Banner
Contador de Visitas
406450


Mensagens das Semanas Anteriores

 O CAMINHO DO SEGUIMENTO DE JESUS É O CAMINHO DA CRUZ
 

Este 21º domingo do tempo comum, ano A, nos apresenta uma imagem muito comum: A CHAVE. Quem possui chave geralmente é dono ou alguém que recebeu uma delegação superior para zelar por um objeto ou espaço. A chave é um sinal de confiança, responsabilidade, credibilidade e de poder, que se manifesta pelo ato de abrir e fechar. A primeira leitura deste domingo mostra a destituição  do administrador do palácio, Sobna, por Eliacim. O Senhor lhe diz, referindo-se a Casa de Davi: "Ele abrirá e ninguém poderá fechar. Ele vai fechar e ninguém poderá abrir" (cf. Is 22,22).  Ele foi destituído por má administração. A chave tem o sentido de uma autoridade constituída, revela confiança, um exercício de poder.

 No evangelho temos o gesto de Jesus entregando à Pedro às chaves: "Eu te darei as chaves do reino dos céus.  Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra será desligado nos céus"(cf.Mt16,19ss).Importante observar que Jesus delega  a responsabilidade a Pedro depois de sua confissão: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo" (cf. Mt 16,17). Seguir Jesus exige reconhecimento, fidelidade e comprometimento.

O apóstolo Paulo, na segunda leitura, faz um testamento, que se constitui num hino conclusivo de suas convicções que foram manifestas ao longo de sua missão:  "Os juízos do Senhor são inescrutáveis e impenetráveis seus caminhos" (Rm 11,33). Portanto, neste domingo, somos convidados a sermos responsáveis dos nossos compromissos, termos consciência de cobrar honestidade de quem possui responsabilidade pública, e nos tornarmos instrumentos para abrir as portas para todos que procuram Jesus.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

UM GRANDE SINAL APARECEU NO CÉU
 

Este 21º domingo do tempo comum, ano A, nos apresenta uma imagem muito comum: A CHAVE. Quem possui chave geralmente é dono ou alguém que recebeu uma delegação superior para zelar por um objeto ou espaço.

A chave é um sinal de confiança, responsabilidade, credibilidade e de poder, que se manifesta pelo ato de abrir e fechar. A primeira leitura deste domingo mostra a destituição  do administrador do palácio, Sobna, por Eliacim. O Senhor lhe diz, referindo-se a Casa de Davi: "Ele abrirá e ninguém poderá fechar. Ele vai fechar e ninguém poderá abrir" (cf. Is 22,22).  Ele foi destituído por má administração. A chave tem o sentido de uma autoridade constituída, revela confiança, um exercício de poder.

No evangelho temos o gesto de Jesus entregando à Pedro às chaves: "Eu te darei as chaves do reino dos céus.  Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra será desligado nos céus"(cf.Mt16,19ss).Importante observar que Jesus delega  a responsabilidade a Pedro depois de sua confissão: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo" (cf. Mt 16,17). Seguir Jesus exige reconhecimento, fidelidade e comprometimento.

O apóstolo Paulo, na segunda leitura, faz um testamento, que se constitui num hino conclusivo de suas convicções que foram manifestas ao longo de sua missão:  "Os juízos do Senhor são inescrutáveis e impenetráveis seus caminhos" (Rm 11,33). Portanto, neste domingo, somos convidados a sermos responsáveis dos nossos compromissos, termos consciência de cobrar honestidade de quem possui responsabilidade pública, e nos tornarmos instrumentos para abrir as portas para todos que procuram Jesus.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

ONDE ESTÁ DEUS?

 A liturgia deste domingo, dia dos pais, nos coloca diante diante de uma pergunta intrigante onde encontrar Deus?
Nas leituras deste domingo encontramos as respostas: Na primeira leitura o Senhor convida o profeta Elias a colocar-se sobre o monte. Por ele passam o vento impetuoso, o terremoto, o fogo, mas em nenhum deles estava o Senhor,  mas Deus estava na brisa suave (cf. 1Rs 19,11-13). Esta leitura nos alerta que às vezes nos enganamos quando buscamos Deus em lugares sensacionais, eventos espetaculares. Deus se manifesta  sobretudo no silêncio e nas ações aos mais pequenos.
O evangelho nos mostra o episódio onde Jesus caminha sobre as águas. Os discípulos  não o reconhecem, pensam ser um fantasma. Pedro provoca Jesus fazendo uma solicitação.
Jesus faz uma provocação ainda maior, pede para Pedro ir ao seu encontro. Pedro inicia a caminhar e afunda. Pedro então grita socorro! Jesus o adverte dizendo que sua fé é fraca (Mt 14,322-23).
De fato, a vida mostra exatamente isto: quando vacilamos, não sendo capazes  de confiar, acreditar começamos também a afundar.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo, confessa que guarda em seu coração uma grande tristeza e dor  por sentir que os filhos de Israel não reconheceram a ação de Deus(cf. Rm 9,1-5).
Este domingo nos ensina que Deus está sempre próximo de nós, caminha conosco. Ele é encontrado no silêncio, encontra-se na defesa dos fracos, dos pobres, não se acha nos fenômenos espetaculares.
Ele está presente nos momentos de nossas dúvidas, incertezas. Este domingo também nos coloca diante da Fé. Ela é capaz de grandes obras, e ela vem de Deus.
Poderíamos  nos perguntar hoje: Quais são as tempestades que estão no caminho das nossas comunidades que fazem a Igreja. Não estamos buscando Deus em lugares errados?                
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

TODOS COMERAM E FICARAM SATISFEITOS

A liturgia deste domingo nos leva a  um lugar deserto e afastado com uma grande multidão faminta. Ali está Jesus com os discípulos. Duas situações se criam: Jesus cura os doentes que eram levados até ele e ao olhar para a multidão sente compaixão, enquanto que os discípulos ficam preocupados: Como saciar a fome de tanta gente naquelas condições? (cf. Mt 14,13-21). As atitudes de Jesus, além de atender as necessidades do povo, vão fazendo os discípulos compreenderem quem Ele é? Jesus mais uma vez é chamado a intervir. Pede para o povo sentar-se. O pão existente é escasso. O gesto de Jesus de erguer os olhos, não é um gesto mágico, ele está em comunhão com o Pai, é assistido e abençoando os pães ele os multiplica. Todos comem e estão satisfeitos e ainda sobrou uma quantidade imensa. As sobras não foram jogadas fora.

Todos estes fatos, o profeta Isaias prefigura na 1ª leitura: "Ó vós todos que estais com sede", "apressai-vos, vinde e comei", "ouvi-me com atenção e alimentai-vos bem" (cf. Is 55,1-3).


A segunda leitura começa com uma afirmação forte de Paulo: "Quem vai nos separar do amor de Cristo?" (Rm 8,5). O apóstolo entende que quando amamos vivemos o amor de Jesus, e nos sentimos seguros e fortes.  A fome é um dos problemas no mundo, o número de pessoas que morrem é grande. Ainda acontece um grande desperdício de alimentos. A compaixão de Jesus é uma atitude de amor e nos ensina que o caminho da partilha, da condivisão é o caminho do Reino. Não vamos nos esquecer: Jesus antes de multiplicar o pão falou aos discípulos: "Dai-lhes vós mesmos de comer" (Mt 14,14b).                                         

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco
 

Mensagens da semana de Julho de 2014

EM BUSCA DO ESSENCIAL: DESPRENDER E INVESTIR

As leituras  17º Domingo Tempo  Comum, ANO A, nos conduzem para uma estrada de constante busca. Três atitudes fundamentais ali se apresentam: desprendimento, investimento e sabedoria.

A primeira leitura revela a grande opção do jovem Salomão: Não pede riqueza, poder, glória e outras coisas, mas sabedoria. Sabedoria para governar seu povo (cf. 1Rs 3.57-12) A sabedoria é a capacidade de buscar a melhor resposta  diante de uma determinada situação. Deixar-se conduzir por Deus é sempre sinal de Sabedoria. O evangelho, através de parábolas, Jesus nos revela o Reino. Construir o Reino é uma questão de desprendimento e investimento. É sábio todo aquele que aprende a desfazer-se das coisas que passam, para conquistar o tesouro de maior valor. Para fazer isto o sábio precisa investir. A vida é um investimento em busca da pérola de maior valor, que é Cristo.

As parábolas do tesouro escondido no campo e das pérolas preciosas trazem o mesmo ensinamento: desfazer-se para conquistar (cf. Mt 13,44ss).  No caminho da fé quanto mais vamos deixando para trás as coisas deste mundo  e acolhermos Cristo, mais próximos estamos do tesouro e da pérola de maior valor.

A segunda leitura nos ensina que quando amamos e procuramos agir com sabedoria tudo contribui para o bem (Rm 8,28-30).

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

DEUS NÃO TEM PRESSA, ELE É PACIENTE

As leituras do 16º domingo do tempo Comum, ano A, nos conduzem para a paciência de Deus. A primeira leitura nos ensina que nossa justiça não deve ser rígida, inflexível, mas indulgente. Com isto não podemos compreender que isto nos leva a permissividade, pelo contrário, agindo assim aprendemos de Deus que o agir do justo deve ser humano (cf. Sb 12,13.16-19). Na segunda leitura o apóstolo Paulo nos ensina que precisamos silenciar para o Espírito poder nos comunicar: "O Espírito vem em socorro de nossa fraqueza" (cf. Rm 8,26-27) O evangelho neste domingo nos apresenta três parábolas: Joio, Mostarda e do Fermento (cf. Mt 13,24-43).

As parábolas nos mostram como o Reino se estabelece em nosso meio. Não vem de forma radical, subitamente, repentinamente, mas será uma ação paciente  e contínua, como a ação dos justos. A parábola do grão de mostarda, quase imperceptível, invisível, no entanto, quando esta semente nasce, vai crescendo e servirá de abrigo para muitos pássaros. A parábola do fermento revela o caráter transformador. A parábola do trigo e o joio mostra que é necessário também conviver com bons e maus. Deus revela o quanto ele é paciente, oferecendo tempo também para aqueles que agem mal. Não podemos esquecer: não seremos nós a fazer a colheita esta reservada para Deus. Jesus mesmo explica o sentido desta parábola: "A boa semente são os que pertencem ao reino, o joio é o inimigo. Os ceifeiros serão os anjos" (cf. Mt 13,38ss). No plano divino, tudo tem seu tempo. Deus age de acordo com a acolhida. Por isso que se torna necessário compreender os sinais. Aqueles que se sujeitarem e viverem esta paciência tornar-se-ão justos e brilharão como o sol no reino do Pai (cf. Mt 12,43).

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 


CHUVA, TERRA, SEMENTE, PALAVRA, ACOLHIMENTO E FRUTOS

 As palavras do título desta mensagem constituem-se chaves para entendermos o 15º domingo do Tempo Comum, ano A. Estas palavras nos conduzem ao profeta Isaias e à parábola do semeador, do evangelho de São Mateus. Vejamos como as leituras se completam.  Do livro do profeta Isaias, vemos como a chuva é importante para fecundar a terra e fazer germinar as sementes (cf. Is 55,10).  O evangelho relata a ação do semeador, quando lança na terra a semente. Mostra os diferentes lugares onde ela pode cair. O evangelista cita quatro situações: Aquelas que caem pelo caminho, no meio do pedregulho, entre os espinheiros e na terra boa.

 O lugar onde caiu a semente é uma imagem de como acolhemos a Palavra:  Às vezes a palavra escapa de nós, outras vezes nosso coração acolhe, mas não tem terra, é superficial, morre logo.  Outras vezes nos entusiasmamos, mas um entusiasmo levado pelas emoções, pelas situações existênciais, não possui fundamento, não tem convicção, as preocupações do mundo a sufocam.  Ao  contrário, porém, quando a palavra encontra  acolhida, sinal de um coração aberto e disposto a se deixar transformar produzirá muitos frutos (cf. Mt 13, 1-23).

 O apóstolo Paulo, na segunda leitura, mostra que os "sofrimentos do tempo presente não tem comparação com a glória que está preparada para aqueles que acolhem a sua  palavra”.  Deus está sempre presente, não nos abandona, Ele espera pacientemente para nascer no tempo certo. O homem tem pressa. O tempo de Deus é a eternidade (cf. Rm 8,18-23).

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 


AOS CANSADOS E ABATIDOS VOS DAREI DESCANSO
 

O 13º domingo do Tempo Comum, ano A, deixa uma mensagem de consolação, esperança, aos humildes e pequenos. A primeira leitura, tirada do livro de Zacarias, convida para ficarmos exultantes de alegria porque virá ao nosso encontro um novo rei que substituirá os cavalos de guerra por um jumentinho, quebrará o arco dos guerreiros, não terá fronteiras o seu domínio, ele anunciará a paz (cf. Zc 9,9-10). A segunda leitura chama para vivermos segundo o Espírito de Cristo, deixarmos o espírito da carne porque este nos conduzirá a morte, mas o Espírito de Cristo nos levará à vida (cf. Rm 8,9.11-13).

O evangelho revela o grande hino de louvor de Jesus: "Eu te louvo Pai, porque escondestes dos sábios e entendidos muitas coisas e revelastes aos pequenos" (Mt 11,25-26). Também convida os cansados e abatidos pelos fardos vindos do mundo da carne a irem até Ele que lhe dará descanso. (cf. Mt 11,26 ss). Jesus, neste domingo, ensina que no caminho dos humildes, dos pobres, dos mansos está a sabedoria, enquanto que o caminho dos violentos, prepotentes,  dos sábios deste mundo, termina no mundo da morte. Com Jesus, precisamos estar sempre, mas sobretudo quando estivermos abatidos, afatigados e cansados.
 

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta

Pároco


"AS DUAS COLUNAS DA IGREJA"

O final do mês de junho nos reservou a celebração de São Pedro e São Paulo, as duas grandes colunas da Igreja. Pedro, a pedra e Paulo, o grande anunciador do Evangelho. Os dois se completam na missão. Ao celebrarmos Pedro e Paulo, lembramos do Papa Francisco. Nesse dia rezamos também por todos os nossos pastores: bispos, padres, religiosos (as), leigos (as) que vivem Paulo. Nas leituras de deste domingo, sobretudo na primeira, vemos como Pedro reconhece a presença de Deus: "Agora sei que o Senhor enviou o seu anjo..." (cf. At 12, 1-11). Na segunda leitura, o apóstolo Paulo, relata a Timóteo que sua vida está chegando ao fim e aguarda o encontro definitivo com o Pai: "Combati o bom combate, completei minha carreira, guardei a fé" (cf. 2Tm 4,7). No evangelho deste domingo, vemos Pedro reconhecendo e confessando Jesus: "Tu és o Messias, o Filho de Deus" (Mt. 16,16b). Jesus confia a Pedro a grande missão: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, te darei as chaves..." (cf. Mt. 16,16-19). Pedro e Paulo possuem origens diferentes: Pedro era um pescador, Paulo, um tecelão, um forte defensor do sistema da época. Vemos que os dois possuem tem algo em comum:  Concluem suas vidas em Roma e aí são martirizados.

O fato de ser em Roma também é significativo: a ação da Igreja necessita estar presente nos grandes centros do mundo e ser sempre LUZ. Pedro e Paulo, de modos de ser totalmente diferentes se completam. Assim também aprendemos na Igreja hoje, todos os que trabalham para Cristo, mesmo que tenham formas diferentes de ser, formam uma grande comunhão, quando isto acontece, somos mais Igreja.
 

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

 

Mensagens da Semana - Junho 2014


"NÃO TEMAIS PEQUENO REBANHO"


Neste 12º domingo do tempo comum a liturgia da Palavra nos fala sobre o MEDO. Na primeira leitura o profeta Jeremias fala da perseguição que ele sofreu, mas sentiu-se forte porque era acompanhado pela presença de Deus: "O Senhor estava ao meu lado como um forte guerreiro" (cf. Jer 20,10-13). No evangelho, Jesus encoraja os discípulos e a nós a não termos medo: "Não tenhais medo dos homens, não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma" (cf. Mt 10,26-33).

O apóstolo Paulo falando aos Romanos nos mostra como o pecado entrou no mundo mais o amor de Cristo com sua morte na cruz fomos todos salvos (cf. Rm 5,12-15). Cristo nos liberta do pecado por meio do nosso Batismo. Ele nos livra deste peso. Constatamos hoje que o medo está presente em todos os lugares: Na saúde, a notícia da morte de pessoas jovens nos assustam. Surgem doenças cada vez mais misteriosas que nos desapontam. Um clima de insegurança diante da violência instalada. Denuncias sobre corrupção, lutas políticas. Manifestações públicas que deixaram de ser expressões de insatisfações para um caminho de depredação. Insegurança no trabalho. Tempos difíceis. Cremos que todos estes aspectos são decorrentes da falta de confiança em Deus. O Homem precisa voltar a deixar-se guiar pelo Senhor. Semear a esperança no meio desta nuvem escura é o caminho para resgatar a alegria de viver.

 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta 
Pároco

O ROSTO DA TRINDADE: AMOR E FIDELIDADE

 
A festa da Santíssima Trindade que celebramos neste domingo revela o rosto de um Deus pleno de amor, misericordioso, clemente, paciente, rico em bondade e fiel (cf.  Ex  34,  6-7). Falando à comunidade de Corinto Paulo exorta para que todos viva alegremente, um encorajando o outro, cultivando a concórdia e vivendo na paz. Com isso, o Deus do amor e da paz estará com todos  (cf.2Cor 13,11-13). Portanto, o amor e a paz são frutos da Trindade. No evangelho, por meio de João, aprendemos que o amor do Pai, fez Jesus vir ao mundo não para condenar mas para salvar a todos. 
 
Crer nele é garantia de salvação. (cf. Jo 3,16-18). A presença redentora de Jesus em nosso meio é a grande expressão desse amor que a Trindade tem por cada um de nós. Este mesmo Jesus nos afirma que não nos deixará órfãos mas nos enviará o seu Espírito, que agirá através dos dons que enriquecem a humanidade na diversidade. 
 
 A  festa da Trindade nos educa para a Unidade e a Comunhão, pois Deus é uma comunidade de amor.  A comunidade cristã vive a Trindade na medida que forma uma comunidade de amor e mostra-se fiel a Deus.
 
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta 
Pároco

A VINDA DO ESPIRITO SANTO ROMPE AS FRONTEIRAS DAS NAÇÕES

 

O evangelista João assim narra a descida do Espirito Santo: "estando fechadas, por medo dos judeus, as portas onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e disse: A paz esteja com convosco. Mostrou-lhes as mãos e o lado, soprou sobre eles e disse: Recebei o Espirito Santo" ( Jo 20,19ss). 

 
Neste episódio celebramos hoje: PENTECOSTES, ou seja, cinqüenta dias depois da Ressurreição de Jesus, o Espirito Santo desce sobre os Apóstolos. 
 
O Espirito do Senhor vem para superar as barreiras do medo, dar força e criar coragem para testemunhar o amor de Jesus. Os apóstolos falam as línguas de cada um. 
 
A paz, perdão e solidariedade indo ao encontro de todos os povos. Dessa forma também a Igreja é conduzida em sua missão pelo mundo pelo Espirito Santo. 
 
Segundo o apóstolo Paulo é o Espirito que vem em socorro de nossas fraquezas e intercede em nosso favor, penetra o íntimo de nossos corações (cf. Rm 8,22-27). É o Espirito que distribuiu os seus dons para o enriquecimento de todos, pois formamos um só corpo (cf. 1Cor 12,3ss).
 
Nos diz o arcebispo de Belém do Pará: "Sem o Espirito Santo, Deus está distante, Cristo é do passado, o Evangelho é letra morta, a Igreja é uma simples organização, a autoridade é dominação, a missão é propaganda, o culto é evocação, o agir cristão é uma moral de escravos"(cf. Don Alberto Taveira Correa, art. "Recebam o Espirito Santo", site CNBB, artigos dos Bispos in: cf. Ignácio Hazim, La ressurezione e l'uomo d'oggi - Ed. Ave, Roma 1970, pp.25-26).
 
Com relação aos dons eles são expressões do Espirito para tornar viva a ação do ser humano na vida da igreja e da história humana. Cada um de nós recebe um dom especial para atuar no mundo.

 

 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

 

Mensagens da Semana - Maio 2014


ESTAREI COM VOCÊS PARA SEMPRE


A festa  da Ascensão que celebramos neste domingo vem nos revelar a grande missão da Igreja: Continuar a missão de Jesus. Esta festividade lembra a última manifestação de Jesus Ressuscitado aos discípulos. A volta à casa do Pai não quer dizer abandono de Jesus do meio dos homens, "Estarei com vocês todos os dias até o fim do mundo"(Mt 28,20).  Nas palavras: "Toda autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei"(Mt 28, 18-19). 

 
Nesta afirmação encontramos ainda as dimensões missionárias da comunidade cristã. Batizar: acolher a todos e  torná-los Filhos  ou  Filhas  de  Deus.  Ensinar: a  missão  da  Igreja  é  anunciar Cristo  em  todas  as  realidades do planeta. Testemunhar: promover ações em favor da  vida para que elas  sejam  sinais de esperança. Todos os que amam Jesus fazem de suas ações sinais da presença de Jesus. Jesus ainda neste domingo faz uma advertência: "Homens da Galiléia porque ficais aqui, parados olhando para o céu? (cf. At 1,10b). Querendo nos dizer que não podemos ser apóstolos acomodados, é preciso trabalhar, sair para a missão.
 
Na liturgia da semana encontravamos esta expressão:  "Vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará esta alegria"  (cf.At  18,22).  Para  possuir  esta  alegria  precisamos  realizar um  verdadeiro  encontro  com  Jesus.  A oração, a participação aos sacramentos e o exercício da missão são caminhos para este encontro.
 
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

O AMOR TESTEMUNHA O RESSUSCITADO

 

O sexto domingo da Páscoa inicia a preparação da vinda do Espírito Santo: "Não vos deixarei órfãos" (Jo 14,8). Manifesta que a vivência do amor entre os irmãos testemunha a presença do Ressuscitado. 

 
Este amor é manifesto pela acolhida dos mandamentos e a sua observância. "Quem acolhe os meus mandamentos e os observa me ama" (cf. Jo 14,21). Olhando para as leituras: A primeira leitura testemunha a ação evangelizadora de Felipe: "Todos unânimes o escutavam, pois viam os milagres que ele fazia"(cf. At 8,6b).
 
A segunda leitura nos mostra o sentido do martírio, uma convicção de Pedro: "será melhor sofrer praticando o bem, se esta é a vontade de Deus, do que praticar o mal" (cf. 1Pd 3,17). No evangelho Jesus nos diz que mesmo ele partindo não nos deixará órfão e alerta que estará conosco por um pouco de tempo (cf. 14,18s). Seremos agraciados pela presença do Espírito da verdade. A mensagem deste domingo nos mostra ainda que as perseguições feitas aos apóstolos e os discípulos provocaram a propagação do evangelho pelo mundo. Incentiva aqueles a sua palavra a permanecermos fiéis diante do sofrimento. O amor a Cristo e a fidelidade a sua Palavra transformarão nossas ações em sinais do Ressuscitado. Os sinais, operados por Deus em nós, manifestam que somos enviados Ele.
 
A comunidade é convidada a ser geradora e multiplicadora de sinais do Pai, pois na vivência do amor está a plenitude do viver.

 

 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

EU SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA

 
O  5º  domingo  da  Páscoa nos  reserva  a  grande  apresentação  de  Jesus:  "Eu  sou  o Caminho, a Verdade e a Vida"(Jo 14,6). Na história humana tivemos muitos homens e mulheres, que com suas vidas, deixaram mensagens vivas para a humanidade:
 
Gandhi,  Martin  Luther  Kim,  Francisco  de  Assis,  Madre  Tereza.  Cada  um  com  sua vocação encontrou o espaço de colaborar com a construção do mundo.
 
A Liturgia deste domingo nos apresenta o espírito revolucionário da proposta de Jesus dizendo aos homens que Ele é  o Caminho, a Verdade e a Vida.
 
Caminho: Cristo a única via para chegar a Deus e aos homens. 
 
Verdade: na diversidade de muitas verdades, Jesus é a grande síntese.
 
Vida: somente  Cristo  nos  faz  romper as  barreiras e abrir as  portas  para a verdadeira vida. A  primeira  leitura  mostra  que  a  comunidade  cristã  é  uma  comunidade  de servidores distribuídos hierarquicamente (cf. At 6,1-7). Na medida em que cresce, vão surgindo as necessidades que são superadas pela comunidade.
 
A segunda leitura nos convida a sermos pedras vivas colocadas sobre a grande pedra angular que é Cristo (1 Pd 2,4-9).
 
Este  domingo  também  nos  diz  que  cada  um  de  nós  tem a  vocação  sacerdotal, todos nós somos sacerdotes, isto é, somos servidores de Cristo. 
 
Pelo  batismo,  fomos  incorporados dentro  da  comunidade cristã  e  recebemos o sacerdócio comum de todos os fiéis.
 
Vivendo o  Batismo exercemos  o  nosso  sacerdócio,  servindo  na  comunidade.  Não seguimos Jesus sozinho, mas na comunidade.
 
Cada  um  de  nós,  é  parte  indispensável,  insubstituível. Nosso  sacerdócio  é  exercido na missão que assumimos.
 
Pelo sacramento  da  Ordem alguns  são  chamados  a  estarem  totalmente a  serviço  do Cristo.
 
O sacerdócio comum pertence de modo especial aos leigos que são chamados a atuar nas realidades do mundo.
 
Pe. Mário Pizetta
 
Pároco

 


EU SOU A PORTA

A afirmação de Jesus "Eu sou a porta" proclamada no evangelho do 4º domingo da páscoa revela  Jesus como o Bom Pastor (cf. Jo 10,1ss). Jesus na sua exortação diz que o pastor do rebanho entra pela porta (cf. Jo 10, 2). Descreve que as ovelhas escutam a sua voz e o seguem.

Existe uma identificação entre quem chama e escuta. Ao segui-lo as ovelhas manifestam confiança. Sentir segurança numa relação é importante e transmite ao outro um ar de bem estar, paz e de esperança. Jesus, como pastor é isto.

Aplicando o evangelho deste domingo para nossa realidade vemos que o serviço do pastor pode ser aplicado para toda pessoa que exerce autoridade. Não basta ter poder. Autoridade é conquistada pelo serviço. O texto deste domingo nos alerta para possuirmos sempre bons condutores. Estarmos atentos com aqueles que entram no redil por outros caminhos que não é a porta de entrada, Jesus os chama de ladrões e salteadores (cf. Jo 10,1).

Exercer a condição de Pastor é exercer a missão de liderança. A liderança que serve o bem comum, mesmo tendo adversários, sempre é vencedora. Não somos ovelhas submissas e de cabeça baixa. Deus não subjuga ninguém, pelo contrário nos dá liberdade caminharmos com ele. Neste domingo somos convidados a rezar pelo nosso Pastor maior, o Papa, os bispos, os sacerdotes, todos os que exercem responsabilidades públicas.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

"FICA CONOSCO"


Estas duas palavras, ditas pelos dois discípulos a Jesus enquanto caminhavam para Emaús, antecedem o grande momento em que eles vão reconhecer que Jesus está vivo e se revela na partilha do pão (cf. Lc 24, 29ss).
 
A liturgia deste terceiro domingo nos mostra que o caminho da fé se dá pela escuta e testemunha da Palavra e na partilha do pão.
 
O testemunho é dado quando confessamos e anunciamos pela Palavra os sinais e prodígios de Deus.(cf. 1ª leitura do terceiro domingo da Páscoa: At 2,14.22-33).
 
O evangelho, deste domingo, nos mostra o porque o Concílio reconheceu a Eucaristia como "ápice e fonte de toda vida cristã". Ele relata a experiência de como os discípulos estavam se encontrando quando Jesus caminhava com eles: céticos, confusos, desanimados e desiludidos.  Após a caminhada, de alguns quilômetros, os discípulos convidam "este forasteiro" para ficar com eles. Até então os discípulos não tinham identificado Jesus, fizeram isto apenas depois que Ele os abençoou e partiu o pão (cf. Lc 24,13-35).
 
Este terceiro domingo pascal nos ensina que todas as vezes que nos reunimos para escutar a sua Palavra e repartir o pão, nós tornamos Cristo Ressuscitado presente em nossa vida. Jesus nos mostra que ele é um companheiro que anda com a gente, e por meio de sua Palavra vai animando-nos e encorrajando-nos em nossos desafios.
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

 

 

Mensagens da semana Abril 2014

 

"VÓS SEREIS TESTEMUNHAS DE TUDO ISSO"(Lc 24,48)


No decorrer da semana que passou todos os dias na Liturgia da Palavra fomos tocados pelos testemunhos dos apóstolos:"Pedro falando: Homens de Israel, Deus ressuscitou a Jesus, libertando-o das angustias da morte, porque não era possível que ela o dominasse"(At 2,24).

"Não tenhais medo, ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galiléia. Lá eles me verão" (Mt 28,10).

"Mulher, por que choras? a quem procuras? Maria, não me segures. Ainda não subi para o meu Pai. Maria disse aos discípulos: Eu vi o Senhor" (Jo 20,15-18).

"Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram. Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando" (Lc 24,25.29).

"Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel. Bem aventurados os que creram sem sem ter visto" (Jo 20,27.29).  

Crer na ressureição de Jesus é o ápice da nossa fé. Testemunhar que ele ressuscitou não é apenas uma atitude de acreditar, mas de viver uma condição de vida nova abandonando tudo o que é gerador de morte.
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta
 

CRISTO ESTÁ VIVO: FELIZ PÁSCOA


Nossa mensagem desta semana tem inicialmente palavras de AGRADECIMENTO a todas as Equipes que atuaram na preparação e celebração da Semana Santa. Podemos dizer que foram muitos os momentos de oração e também de alegria para quem organizou e celebrou. Vejamos:

Celebrações bem organizadas e com participação da comunidade nos diversos momentos da Semana Santa, que nos levaram a acompanhar Jesus na entrada de Jerusalém; com indignação ver a sua condenação e silenciar com a sua morte na Cruz, mas acordar com a certeza JESUS CRISTO ESTÁ VIVO!!!!

Esta realidade foi cantada e rezada. Daqui para frente é vivermos a alegria dessa vitória: Jesus Cristo nos deixou a Eucaristia para uma memória eterna. Vamos valorizar cada vez mais este grande dom de Deus.

Ele também nos disse que é através do SERVIÇO que construiremos a comunidade e um mundo melhor. Nos ensinou que é preciso compreender o sentido do sofrimento, da limitação e da morte. Para sermos pessoas de esperança.

Todos os dias, a sua Palavra vem nos alertar sobre os verdadeiros caminhos do Senhor. Meu irmão, minha irmã: FELIZ PASCOA. Que o receio da morte não sufoque a Fé no Ressuscitado.

 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

 


SEMANA SANTA: RAMOS DE OLIVEIRA - PALMAS - VELAS - SERVO SOFREDOR - DESPOJAMENTO OBEDIÊNCIA - LUZ - VITÓRIA FINAL

 
As  palavras  do  título  indicam  que  estamos  iniciando   Semana  Santa,  uma  ESPECIAL SEMANA. Vamos reviver  os  momentos mais fortes  vividos por Jesus Cristo em nosso meio. São momentos fé, paz, perdão, de  esperança,  de  compreensão  de  nossa  existência, tempos  de  vida  nova.  Desta  semana  renascem  as forças para a caminhada. Vejamos um pouco do que vai acontecer: 
 
Domingo de Ramos:  O profeta Isaias preanuncia Jesus como o Servo Sofredor. Jesus entra em Jerusalém e é aclamado Rei, o povo grita: Hosana Filho de Davi! O povo reconhece os sinais deixados por este homem que passou no meio deles fazendo o bem e revelando o amor de Deus.
 
Quinta-Feira Santa: Jesus, antes de partir, deixa-nos o grande sinal de sua presença no meio de nós:  a grande lição do amor: "Assim como lavei os pés de vocês,  fazei isto uns aos outros". Depois de lavar os pés faz a "grande refeição" e nos convida a fazer isto  para lembrar que ele está sempre presente. 
 
Sexta-feira Santa: Acompanhamos silenciosamente  o  caminho  do  calvário.  Muitos  gritavam:  "crucificao!".  Outros,  atônitos,  acompanhavam.  Poucos  ali  estavam  para  serem  solidários  com  ele.  Apenas  um homem, Cirineu,  teve a coragem de ajudar. Aos poucos tudo estava para terminar. Os que o condenavam estavam  satisfeitos,  aqueles  que  o  seguiam  estavam  perplexos.  Jesus  é pregado  na  cruz.  Tudo  parecia ter  terminado. Com  um  grande  grito: "Pai,  em  tuas  mãos  entrego  o  meu  espírito!".  Ele  tinha  cumprido sua  missão,  foi  fiel,  era  o  completo  despojamento  de  si  mesmo.  A  humanidade  parece  silenciar. 
 
Sábado Santo: Vive-se uma expectativa. Do silêncio sepulcral surgem algumas luzes: tiraram o Senhor do túmulo! Das trevas aparece a luz. Para aqueles que crêem, abre-se uma nova esperança, a morte ficou para trás, Jesus está VIVO. 
 
Domingo da Ressurreição: A humanidade respira um novo ar. Desperta um ar de alegria, satisfação. Jesus não está mais nos túmulos, às pedras foram tiradas. Deus não quer a morte do homem más a vida. 
 
MEU IRMÃO, MINHA IRMÃ, FELIZ PÁSCOA
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta
 
 

"SAIR DOS TÚMULOS" - "LAZARO, VEM PARA FORA" - "EU SOU A RESSUREIÇÃO E A VIDA"
 
Nestas afirmações está a mensagem do quinto domingo da Quaresma. Com esse domingo também encerramos o ciclo batismal: Cristo, água para nossa sede; Cristo, luz para nossas trevas e Cristo, ressurreição para nossa vida. As palavras de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida"(Jo 11,25) dirigidas a Marta, nos aproximam para o grande momento da Semana Santa. A primeira leitura nos diz: "vou abrir as vossas sepulturas" (Ez 37,12). As sepulturas representam todas as situações que levam o homem à perda de dignidade, que a campanha da Fraternidade nos mostrou. Sair das sepulturas é sair do nosso universo egoísta, materialista, tudo aquilo que impede a vida. 
 
 Na segunda leitura o apóstolo Paulo nos diz que se "vivermos segundo a carne não agradamos a Deus, todavia, se deixarmos que o Espírito de Deus habite em nós pertenceremos a Deus" (cf. Rm 8,9).
 
 No evangelho temos o episódio da morte-ressurreição de Lázaro. Jesus vai ao encontro de Marta e Maria e deixa a sua grande lição: É o encontro com a fé que nos livra das sepulturas. A fé nos leva a visão da vida eterna, conquistamos a eternidade pela fé. As sepulturas não podem ser nossas habitações, buscamos a morada eterna. Deus não quer a vida em sepulturas. Jesus se solidariza com as irmãs, mas vai além de uma amizade humana, mostra o verdadeiro sentido da vida eterna. Jesus não é morte más vida. Ao vencer a morte, Jesus vence o último inimigo.
 
A vida vence a morte, rompem-se as portas dos túmulos, desatam-se os panos e começamos a andar. 
 
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta

 

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 10 de 15