Banner
Contador de Visitas
589696


Mensagens das Semanas Anteriores

UM FINAL DE SEMANA COM NOSSA MÃE APARECIDA E UMA LIÇÃO DE GRATIDÃO E FÉ

No sábado, em nossa liturgia, iremos nos encontrar com Jesus por meio de Maria, celebrando a festa de Nossa Senhora Aparecida. No domingo, voltaremos o nosso olhar para o 28º domingo do tempo Comum, ano C, onde as leituras manifestam fé e gratidão e fazem um apelo para nos manter firmes e sermos os vencedores junto com Cristo. Vejamos: A primeira leitura, o sírio Naamã, leproso, acredita no homem de Deus, Eliseu, e vai banhar-se no rio. Fica curado. Volta e faz sua confissão de fé reconhecendo que não existe outro Deus (cf. 2 Rs 5,14-17).

O evangelho nos apresentará a cura dos dez leprosos, onde apenas um se volta a Jesus para agradecer. Jesus além de curá-lo, lhe diz que sua fé o salvou (cf. Lc 17,11-19).

A segunda leitura, continuamos na 2ª carta de Paulo a Timóteo. Na carta o apóstolo recomenda a manter-se firme diante do sofrimento, pois se permanecermos firmes com Cristo reinaremos (cf. 2Tm 2,8-13).

Vemos, portanto que as leituras nos reportam profundamente a termos dentro de nós um sentimento de gratidão e sermos criaturas de fé. Continuemos a rezar pelo Sínodo da Amazônia

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

FÉ: O DOM DA TRANSFORMAÇÃO

Neste domingo os discípulos irão pedir a jesus uma grande graça: FÉ. Assim também nós, como seguidores e discípulos precisamos pedir: “aumenta a nossa fé”. Vejamos as leituras deste 27º sétimo domingo do tempo comum, ano C.

A primeira leitura, o profeta Habacuc, está diante de muitas dificuldades, e dialoga com Deus. A primeira impressão que se tem é que Deus não o escuta. O texto nos mostra que o sofrimento é um exercício de perseverança, pois o texto concluirá afirmando: “O justo vive de fé” (cf. Hb 1,2-3;2,2-4).

No evangelho, os discípulos manifestam uma preocupação: os desafios que existem e que eles irão passar eles precisam de mais fé, por isso o pedido “aumenta a nossa fé”(cf. Lc 17,5-10). De fato, diante da realidade desafiadora da missão, é preciso ter muita fé. Ela se torna a grande propulsora de nossa vida. Ela é a virtude que sustenta o pobre em sua aflição.

Na segunda leitura, Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, exorta-o, que reanime o dom recebido de suas mãos, não se envergonhe do evangelho, e pede que guarde o deposito da fé, recebido pelo Espirito Santo (cf.Tm 1,6-8.13-14).

Por fim direi: Deixe crescer em seu coração o espirito missionário.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.
 

 

 

O FIM DAS DIFERENÇAS

O 26º domingo do tempo comum, ano C, nos vai advertir sobre a opulência de alguns e a carência de outros, o mundo injusto que vivemos.

Na primeira leitura, o profeta Amós, usando palavras muito fortes exorta os que vivem enclausurados em suas seguranças, no conforto, despreocupados com os que vivem distantes, irão todos para o desterro (Am 6,1.4-7).

No evangelho, Jesus falando aos fariseus, relata o episódio do rico e do pobre. Na vida do rico, tudo o que era bem estar, na vida do pobre, nem as migalhas que caiam da mesa. Os dois vieram a morrer. O rico na região dos mortos, suplica para que seja livre do sofrimento e o pobre do outro lado junto à felicidade. A narrativa do evangelho mostra a distância existente entre estes dois universos, as consequências de todos os que vivem na opulência sem preocupar-se com os irmãos (cf. Lc 16,16-31).

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo diz para Timóteo, que como homem de Deus, ele precisa afastar-se das coisas perversas e procurar o caminho da justiça, da fé. Combater o bom combate, isto é, testemunhar a fé (cf. 1Tm 6,11-16).

Estamos concluindo o mês da Bíblia. Relembramos nesse mês, quanto é importante ler, meditar e esforçar-se para viver esta Palavra, nela está a luz para o nosso caminhar, a fonte, onde brota água que sacia nossa sede e alimenta nossa esperança.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“QUEM É FIEL NO POUCO, É TAMBÉM NO MUITO”

A liturgia deste 25º domingo do tempo Comum, ano C, vai tocar em realidades que afetam a vida humana, sobretudo em nossos dias: a cobiça e desonestidade. Vai nos alertar sobre a ganância pelo lucro.

O profeta Amós, o profeta da justiça, denunciará as autoridades do seu tempo sobre práticas duvidosas, alterar a balança, para lucrar mais. Deus não tolera a exploração sobre o pobre, “Nunca mais esquecerei o que eles fizeram”. Muitas são as formas de explorar (cf. Am 8,4-7).

O evangelho vai nos narrar a parábola do administrador inteligente, mas infiel. Utilizando-se da confiança e dos recursos do patrão, quer cativar amigos para subornar os dependentes. Jesus nos dirá: “Não se pode servir a dois senhores” (cf. Lc 16, 1-13).

Na 1ª carta a Timóteo, Paulo exortará o seu fiel colaborador a fazer muitas preces, “ façam preces e orações, suplicas e ações de graças”. Levantar as próprias mãos para reconhecer que há um só Deus e Pai de todos (cf. 1Tm 12,1-8). No reconhecimento de Deus como Senhor da história está o segredo da sabedoria.

Vivemos num tempo, onde a grande massa humana é enganada. Há desconfiança em todos os lados: no mundo poder público, privado. As denúncias ocupam as redes sociais e páginas de jornais: corrupção, favorecimentos acontecem todos os dias. Pessoas e funções são definidas por interesses pessoais, familiares, políticos não pela competência, o bem comum ficou distante. Rezar para que haja mais honestidade

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O ROSTO MISERICORDIOSO DE DEUS

O vigésimo quarto domingo do tempo comum, ano c, nos coloca diante de um quadro de Misericórdia e Perdão.

A primeira leitura, Moises está diante de um momento de fraqueza do povo, que constrói para si um bezerro de ouro. Deus não está contente com isto, cobra de Moises esta infidelidade. Moises, como um servo humilde, pede ao Senhor compaixão, recordando a promessa de Deus feita aos antepassados. Deus não castiga seu povo, pelo contrário, mantém a sua aliança (cf. Ex 32,7-11.13-14). O Senhor quer a vida, não a morte.

O evangelho proclama as parábolas da misericórdia: a ovelha e a moeda perdida. Refletem quanto grande é a alegria quando alguém é reencontrado, enquanto que na parábola do filho Pródigo, vemos a tomada de consciência do filho, retorno a casa paterna, e acolhida do pai, mostrando a misericórdia de Deus. (cf. Lc 15,1-32 ou 1-10).

Na segunda leitura, Paulo relata a Timóteo a sua experiência com Deus, a confiança recebida por parte do Senhor. Reconhece a grande misericórdia encontrada. Agradece a Deus por tê-lo feito um modelo para que outros pudessem encontrar Cristo (cf.1Tm 1,12-17).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


EXIGÊNCIAS DO SEGUIMENTO DE JESUS

A liturgia deste domingo, o 23º do tempo comum, ano C, tem sua centralidade no seguimento de Jesus.

A primeira leitura vem do livro da Sabedoria e logo no seu inicio faz uma pergunta: quem é capaz de conhecer os desígnios de Deus? - Nos adverte afirmando que o pensamento dos mortais é limitado. O sábio mostra a dificuldade de compreensão do Reino. Responde estas dúvidas afirmando que quando conhecemos a Deus descobrimos que seus caminhos são retos e nos conduzem a salvação (cf. Sb 9,13-18).

O evangelho, vai apresentar as exigências do seguimento de Jesus: deixar a própria família e carregar a própria cruz. Jesus é a primazia, o centro de tudo. Não podemos permitir apegos nesta caminhada. Ainda nos ensina a sermos sábios: Não iniciarmos uma construção sem fazer um planejamento. Da mesma forma quando um rei vai guerrear, é necessário que avalie primeiro o potencial do adversário. Para seguir Jesus precisamos ser criaturas desprendidas, totalmente livres (cf. Lc 14,25-33).

Na segunda leitura, encontraremos a carta de Paulo a Filêmon, onde faz um apelo: “receba de volta Onésimo, ele não é mais escravo, mas meu irmão” (cf. Flm 9b-12-17).

Continuamos o mês Bíblico estudando a 1ª carta de João. Lembramos que nosso próximo encontro será dia 11 de setembro, às 19,30, na paróquia Santa Generosa.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

COLOCAR-SE POR ÚLTIMO

Neste domingo, o 22º domingo do tempo comum, ano C, iniciamos o Mês Bíblico. Jesus nos convida no evangelho de hoje, a ocupar os últimos lugares, o lugar dos humildes. Vejamos como as leituras nos ajudam a compreender esta grande lição.

A primeira leitura nos mostra o quanto grande é a humildade: Nela, “Deus revela os seus segredos”, “nos humildes Deus é glorificado”, ensina que quanto mais crescermos na vida mais devemos praticar a humildade, oposto do que o mundo age. Recorda ainda que no caminho da humildade está a sabedoria (cf. Eclo 3,19-21.30.31).

O evangelho apresenta uma nova parábola. Jesus é convidado a uma festa de casamento e observa que as pessoas ocupam os primeiros lugares. Diante desta constatação alerta: “quando fores convidado para uma festa procure ocupar os últimos lugares. O último lugar é dos humildes, dos que são amados por Deus. Os humildes são aqueles que estão sempre no serviço Reino (cf. Lc 14,1.7-14).

A segunda leitura, do livro dos Hebreus, prossegue o discurso do 20º e 21º domingo. Exortando-nos a aproximarmos da Jerusalém do alto, uma realidade compreendida apenas pela nossa confiança no Senhor, por meio da fé. Os que buscam sua confiança no Senhor são os que se colocam por último, os humildes (cf. Hb 12,18-19.22-24a).

Iniciamos neste domingo o Mês Bíblico, que tem como tema: “O Amor em defesa da Vida” e como Lema: “Nós amamos por que Deus nos amou primeiro”( 1Jo 4,19). Este tema baseia-se na 1ª carta de João, conteúdo de aprofundamento para este mês.


“É VERDADE QUE SÃO POUCOS OS QUE SE SALVAM”(Mt 13,22)

Uma pergunta intrigante que um caminheiro faz para Jesus quando este visitava cidades e povoados. O centro de todo a liturgia deste domingo está aí. Vamos ver como a liturgia da Palavra responde.

A primeira leitura de Isaias nos lembra que Deus conhece nossas obras e pensamentos, e que a todos seria dada a oportunidade para escutar a sua voz. Portanto, escutar o que Deus pede ao homem, através de seus mensageiros, sacerdotes e levitas. Acolhendo-os encontraríamos a verdadeira libertação. Trata-se de uma leitura que nos faz olhar para frente, superando as dificuldades e tendo esperança (Is 66,18-21).

O evangelho nos indicará o caminho: “Fazei todo o esforço para entrar pela porta estreita”(Lc 13,22-30). Entrar pela porta estreita é estar sempre vigilante, caminhar na esperança, não distanciar-se de Deus. Dirá também que os que praticam a injustiça não entrarão no Reino, não tomarão parte ”afastai-vos de mim todos que praticam a injustiça”(Lc 13,27b), (cf. Lc 13,22-30).

A segunda leitura, da carta aos Hebreus, é mostrado um paralelismo entre a educação do pai com o filho, de como Deus também nos trata: “pois o Senhor corrige quem ama, e castiga a quem considera como filho”(cf. Hb 12,5-7.11-13).

Neste 4º domingo das vocações, rezamos pela vocação Laical: o Catequista, o Leigo que se compromete com Jesus Cristo, aquele que vive intensamente o seu batismo. Rezemos pelos nossos Catequistas, Ministros Extraordinários da Eucaristia, dos Enfermos, todos que exercem serviços de animação eclesial.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“BENTIDA ÉS TU ENTRE AS MULHERES E BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE”

Neste domingo celebramos a festa da Assunção de Nossa Senhora, proclamada pelo Papa Pio XII, em 1950. As leituras nos ajudam a compreender melhor esta solenidade.

O livro do Apocalipse, nos mostra que Maria é o sinal do bem, Ela foi e é o instrumento de Deus para nos libertar de todos os dragões, que simbolizam o mal (cf. Ap 11,19;12,1.3-6.10).

O evangelho, neste ano, apresenta o texto onde Maria vai visitar Isabel, sua prima. Maria nos mostra que o caminho da solidariedade humana. A solidariedade é uma manifestação do amor de Deus. Nas palavras de Isabel está o reconhecimento do significado da visita. O canto do Magnificat é o canto de gratidão de Maria diante das maravilhas que o Senhor realizou nela (cf. Lc 1,39-56).

A segunda leitura, Paulo, nos diz que se em Adão todos morreram, Em Cristo todos irão ressuscitar. Cristo, será o primeiro, depois os que pertencem a Cristo. Maria, por ter aceitado o encargo de ser a mãe de Jesus, recebe este prêmio, esta grande graça de ser elevado ao céu.

Neste domingo, nossa paróquia Santo Inácio de Loyola, celebra uma devoção mariana, trazida por migrantes italianos na Vila Mariana: Nossa Senhora do Mar, que neste ano celebra o seu 78º ano.

Também neste 3º domingo, rezemos pelas vocações religiosas, masculinas e femininas. Os carismas na Igreja são sinais de Deus no caminho do povo.


SERMOS VIGILANTES

O 19º domingo do tempo comum nos alerta para a questão da riqueza, não acumularmos riqueza que a traça corrói e o ladrão rouba, mas riquezas para o eterno. Para atingir este objetivo nos chama a sermos pessoas vigilantes, nos alertará a termos atitudes o empregado que espera o seu senhor voltar. Nos deixará ainda a pergunta: Onde está o teu coração? Nas coisas do mundo ou nas de Deus?

Na primeira leitura, vamos ler a palavra de um sábio, que nos dirá que os valores da vida somente se encontram em Deus. Convida-nos a termos os olhos voltados para frente e acreditar no que ainda não conseguimos ver, Vivermos para os valores duradouros não os efêmeros (cf. Hb 11,1-2.8-19).

No evangelho, encontraremos a exortação de Jesus sobre a riqueza e a vigilância. Nos adverte que o acumulo de riqueza apenas nos leva a destruição. A vigilância contínua nos coloca sempre diante de Deus. Estarmos sempre atentos como o empregado que espera o seu Senhor. (cf. Lc 12,32-48).

A segunda leitura nos mostrará o testemunho de Abraão e Sara, como exemplos de fé apresentados para todo crente. Buscar orientar a nossa vida nesta dimensão é fundamental para uma construção futura cf. Hb 11,1-2.8-19).

Na perspectiva do mês vocacional, neste domingo, lembramos a vocação matrimonial, lembrando a missão dos pais. Também somos convidados a rezar pela Família. Rezemos todos pelas nossas famílias.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

 

PEDIR, PROCURAR E BATER: ATITUDES DE QUEM TEM FÉ.

Neste 17º domingo do tempo comum, algumas palavras ecoam de forma mais profunda a partir das leituras: a súplica e oração, manifestadas nas atitudes de pedir, procurar e bater.

A primeira leitura, nos mostra o encontro de Abraão com o Senhor. Ele implora e suplica ao Senhor para que não castigue seu povo, isto é, não elimine o justo por causa do ímpio. Abraão nos ensina a sermos perseverantes na oração cf. Gn 18,20-32).

No evangelho, temos dois momentos: primeiramente Jesus nos ensina a rezar o Pai Nosso, depois nos mostra o quadro do amigo que vai à procura de auxílio. Diante da insistência levantar-se-á para atender o amigo. Os apóstolos sentem a necessidade de rezar, por isso pedem a Jesus, que os ensine a rezar. No caso do amigo, veremos que precisamos ser persistentes na oração. Deus nos escutará pela teimosia do pedido (Lc 1,1-13).

A segunda leitura, Paulo nos dirá que a morte de Cristo nos libertou de uma culpa. No sacramento do batismo conquistamos uma nova condição, a vida nova, a ressureição (cf. Col 2,12-14).

Rezar é encontrar-se com Deus. Todos nós precisamos rezar. Quando rezamos encontramos descanso e paz. Por meio da oração escutamos os apelos de Deus e somos desafiados a assumir o projeto do Pai.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


MARIA ESCOLHEU A MELHOR PARTE

O 16º domingo do Tempo Comum deste domingo nos apresenta a situação onde Jesus é acolhido na casa de Marta e Maria. Marta, mesmo dando atenção a Jesus, está envolvida nos afazeres e Maria atenta a dar acolhida ao Mestre. Marta reclama da situação e Jesus adverte Marta: “Calma!”, afirmando que Maria escolheu a melhor parte. Vejamos as leituras;

A primeira, apresenta o episódio onde Abraão está descansando na sombra de um carvalho, e vê diante dele “três forasteiros”, acolhe-os e lhe dá hospitalidade. Veremos que Deus recompensará este gesto de acolhida, dando a ele um filho (cf. Gen 18,1-10).

No evangelho, nosso olhar se volta para o encontro de Jesus com Marta e Maria, onde jesus adverte Marta, e elogia Maria, por escolher a melhor parte (cf. Lc 10,38-42).

A segunda leitura, Paulo confessa sua alegria por estar servindo o evangelho, apresentando uma comunhão profunda com Jesus e diz que completa na sua carne os sofrimentos de Cristo Jesus (cf. Col 1,24-18).

Por muito tempo e ainda hoje este texto foi apresentado como o texto das pessoas ativas e contemplativas. Outra lição que podemos tirar: Importante as preocupações com a vida, mas há um alerta: Atenção para não nos deixar sufocar pelo ativismo sem buscar a força na oração, do encontro com Deus.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O CAMINHO DA VIDA ETERNA

A liturgia deste 15º domingo do tempo comum busca responder uma pergunta: O que devo fazer para conquistar a vida eterna?. Vejamos o que dizem as leituras:

Na 1ª, vemos que este caminho começa por ouvir o Senhor. Sua Palavra está ao alcance de todos, ela está em sua boca e em seu coração. Na escuta da Palavra o começo de uma mudança (cf. Dt 30,10-14). Nestes últimos tempos temos constatado um desejo muito grande de conhecer a Palavra. Importante não fazermos leituras fundamentalistas.

O evangelho, que é o centro, apresenta uma situação: os conhecedores da lei, o sacerdote e o levita, ignoram o caído pelo caminho, mas o samaritano, dá a devida atenção. A conclusão de Jesus ao mestre da lei não poderia ser outra: “Vai e faze o mesmo” (cf. Lc 10, 23-37). São muitas as oportunidades de fazer o bem. Quando fazemos o bem aos outros, estamos conquistando a vida eterna.

A segunda leitura teremos, o texto de Paulo que recorda aos Colossenses, que Cristo é a referência, o centro, nele todas as coisas adquirem sentido (cf. Col 1,15-20).

Alargando o nosso horizonte constata-se que vivemos numa sociedade totalmente voltada ao universo individual, onde a marca do “ego” sobressai. Há uma completa falta de atenção a pessoa do outro.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


FALTAM OPERÁRIOS PARA A MESSE

O evangelho deste domingo tocará num grave problema das comunidades cristãs: A falta de pessoas disponíveis para ajudar na caminhada evangelizadora da Igreja.

Isaias, na 1ª leitura, convida a todos para que se alegrem com Jerusalém, pois o Senhor fará correr como um rio a paz, acolherá a todos como uma mãe acolhe seu filho e o Senhor estenderá sua mão (cf. Is 66,10-14).

No evangelho, Jesus escolhe e envia 72 para colaborar na evangelização: “ a messe é grande mas os operários são poucos”. Ao voltarem, relatam maravilhas de suas ações, mas Jesus os adverte para que não se alegrem por isso, mas porque seus nomes estão escritos nos céus (Lc 10,3).

Na segunda leitura, vemos Paulo fazendo uma confissão para os Gálatas: “me glorio somente na cruz de Cristo e nada me perturba, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gl 6,14).

Vivemos num tempo de forte individualismo e pouca sensibilidade com o que é comum. A impressão que se tem é que o ser humano perdeu o sentido do coletivo. A tragédia, o sensacionalismo, as desgraças do irmão parecem entorpecer o ser humano. As novas tecnologias aumentaram as informações, mas distanciaram as pessoas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 

 

 

FALTAM OPERÁRIOS PARA A MESSE

O evangelho deste domingo tocará num grave problema das comunidades cristãs: A falta de pessoas disponíveis para ajudar na caminhada evangelizadora da Igreja.

Isaias, na 1ª leitura, convida a todos para que se alegrem com Jerusalém, pois o Senhor fará correr como um rio a paz, acolherá a todos como uma mãe acolhe seu filho e o Senhor estenderá sua mão (cf. Is 66,10-14).

No evangelho, Jesus escolhe e envia 72 para colaborar na evangelização: “ a messe é grande mas os operários são poucos”. Ao voltarem, relatam maravilhas de suas ações, mas Jesus os adverte para que não se alegrem por isso, mas porque seus nomes estão escritos nos céus (Lc 10,3).

Na segunda leitura, vemos Paulo fazendo uma confissão para os Gálatas: “me glorio somente na cruz de Cristo e nada me perturba, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gl 6,14).

Vivemos num tempo de forte individualismo e pouca sensibilidade com o que é comum. A impressão que se tem é que o ser humano perdeu o sentido do coletivo. A tragédia, o sensacionalismo, as desgraças do irmão parecem entorpecer o ser humano. As novas tecnologias aumentaram as informações, mas distanciaram as pessoas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


JESUS: “O CRISTO DE DEUS”

No evangelho deste domingo, Jesus quer ouvir aparentemente dos discípulos o que o povo diz dele. Mas o fim mesmo é saber como os discípulos o reconhecem: “E vós quem dizeis que eu sou?” Na primeira leitura, o profeta Zacarias preanuncia que sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém será derramado um espirito de graça, Diante dos que morrerem muitos irão chorar e os caminhos de Jerusalém serão purificados (cf. Zc 12,10-11;13.1). Jesus, no evangelho, quer ouvir de seus discípulos o que o povo pensa dele, mas Jesus quer ir mais longe: quer ouvir dos discípulos como eles o reconhecem? Estes dizem que “Ele, é o Cristo de Deus”. De fato, no reconhecimento de Cristo está a nossa fé. Jesus aproveita o momento e anuncia de que ele sofrerá, morrera e depois no terceiro dia vai ressuscitar. Depois comunica que quem quer segui-lo precisa assumir o caminho da cruz (cf. Lc9,18-24). Na segunda leitura, Paulo nos dirá que somos filhos de Deus se cremos em Jesus Cristo. Por isso somos todos irmãos. Entre nós não haverá mais diferenças. Nele seremos apenas um (cf. Gl 3,26-29). Que nossa fé cresça em Jesus, e que sejamos capazes de nosreconhecer como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


SANTISSIMA TRINDADE: UNIDADE, COMUNHÃO, FIDELIDADE

Neste domingo celebramos a festa da Santíssima Trindade. A festa da unidade, a comunhão e fidelidade.

As leituras irão nos ajudar a compreender este grande mistério: três pessoas, Pai, Filho e Espirito Santo, mas um só Deus.

Na primeira leitura, na personificação da sabedoria está toda a obra de Deus Pai: “O Senhor me criou, como primicia de suas obras”. Antes que fossem assentados os montes, feitos os luzeiros, quando tudo estava sendo preparado, aí eu estava” (cf. Pr 8,22-31).

O evangelho, com a promessa da vinda do Espirito Santo, a humanidade não ficará órfã. Mas ele ajudará a iluminar a mente humana para compreender tudo o que Jesus ao longo dos seus dias nos ensinou.

O homem não estará desamparado. No caminho da comunhão e fidelidade iremos compreender o grande mistério da Trindade (cf. Jo 16,12-15)

A segunda leitura Paulo nos dirá que justificados pela fé temos a paz. Mediados por Cristo, pela sua graça, podemos caminhar na esperança de que um dia conheceremos a gloria de Deus Pai. Em Jesus Cristo, somos capazes de superar todas as tribulações e nos mantermos vivos na esperança, que não decepciona (cf. Rm 5,1-5).

Todos os dias pela prática da caridade, alimentamos nossa esperança e participamos da glória da Trindade. Somos comunidade enquanto caminhamos como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O SOPRO DA CORAGEM QUE IMPULSIONA PARA UMA IGREJA MISSIONÁRIA

Neste domingo celebramos o momento da confirmação da promessa de Jesus: “irei mas não vos deixareis órfãos”. Jesus, em comunhão com o Pai nos envia o Espirito Santo que vem agraciar com seus dons, iluminar nossa mente, dar ânimo às nossas forças, superar nossos medos e criar coragem em cada um de nós para sairmos em missão.

A primeira leitura relata que durante a festa de Pentecostes, no Antigo Testamento conhecida como a festa das Colheitas, o Espirito desceu, em forma de línguas de fogo, sobre os apóstolos impulsionando-os a ir para o mundo e evangelizar adaptando-se as diversas culturas. (cf. At 2,1-11)

O evangelho, de João nos relata que os discípulos estão escondidos numa sala por medo dos judeus. Mesmo tendo as portas fechadas, Jesus entra e sauda-os: “A paz esteja convosco, assim como o Pai me enviou eu envio vocês, e soprou sobre eles”, este é o sopro da coragem, da superação dos medos, da força da unidade, da compreensão que o evangelho não tem limites (cf. Jo 20,19-23).

A segunda leitura, Paulo afirma que reconhecemos Jesus pela presença do Espirito. Ele quem distribui os seus dons. A cada um é dado o seu dom, para que possamos formar a grande unidade( 1Cor 12.3-7.12-23).

Peçamos a Deus que nos cumule de dons para podermos construir um mundo novo.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 1 de 18