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Mensagens das Semanas Anteriores

PREPARAI O CAMINHO DO SENHOR

Neste segundo domingo do Advento, quando acendemos a vela vermelha, dirigimos nosso olhar a João Batista, filho de Zacarias, que convoca a todos para um batismo de conversão, preparar os caminhos para receber o Senhor que vem.

Na primeira leitura o profeta Baruc pede a Jerusalém que afaste a veste do luto e da aflição, e revista-se da glória que vem de Deus, olhe para o oriente, onde o Senhor abaixará todos os altos montes. Que não perca a esperança de dias melhores de onde virá a misericórdia e a justiça (cf. Bar 5,1-9).

O evangelho de Lucas, num primeiro momento nos mostra a organização do poder Romano na Palestina no decimo quinto ano do império de Tibério Cesar, depois, nos mostra que a palavra de Deus foi enviada a João, filho de Zacarias, que convocava o povo para a conversão, lembrando as palavras de Isaias: esta é a voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor (cf. Lc 3-6).

Na segunda leitura escutamos como Paulo se alegra com a comunidade que acolhe a palavra do Senhor. O apóstolo pede ao Senhor que faça crescer sempre mais o amor, o conhecimento e experiência para discernir o que é melhor fazer para produzir os frutos da justiça (cf. Fl 1,4-6.8-12). A liturgia, por meio do precursor, nos pede uma mudança de mentalidade.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


ADVENTO: UM TEMPO DE CRIAR ESPERANÇAS

Iniciamos neste domingo um novo Ano Litúrgico, o  Advento, um tempo de reviver o mistério da Encarnação e renovar nossas esperanças. Jesus vem habitar em nosso meio.

A primeira leitura, do profeta Jeremias, nos diz que do rebento de Davi Deus fará surgir aquele que virá para estabelecer a justiça, trazer a paz, à vida às pessoas (cf. Jr, 33,14-16).

O evangelho proclamado tem  duas partes: a primeira Jesus anuncia a destruição de Jerusalém pelo poder romano. A segunda Jesus nos convida a manter-nos numa atitude de oração e vigilância. Este comportamento nos ajudará a permanecer firmes e de cabeça erguida. Não perderemos a sensibilidade das coisas de Deus (cf. Lc 21,25-28.34-36).

A segunda leitura Paulo apresenta o amor como base de  todas as relações a serem vividas na comunidade, pois quando praticamos o amor construímos uma santidade perfeita  e agradamos a Deus (cf. 1Ts 3,12-4,2).

Neste tempo do Advento vamos buscar dar a nossa vida mais esperança assumindo uma atitude de oração e vigilância constante.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 

O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO 

Neste domingo estamos concluindo o tempo litúrgico do Tempo Comum, Ano B, e com ele celebramos a festa do Cristo Rei. As leituras nos ajudam a compreender esta realidade. 

No livro de Daniel, em suas visões noturnas, descreve a chegada de um homem que se aproxima diante do ancião e a ele foram “dados o poder, glória e realeza e todos os povos o serviam” e um poder eterno que não será tirado e que não se dissolverá (cf. Dn 7,13-14). 

O evangelho nos apresenta o encontro de Jesus com Pilatos. Vemos Jesus dizendo a Pilatos que seu reino não é deste mundo. Jesus explicará as razões de sua vinda: “Eu vim para dar testemunho da verdade”. O reino que Jesus apresenta é um reino de Paz, de Serviço e Justiça. O reino de Jesus não é feito pela força, pelos poderes deste mundo, mas ele se constrói no caminho que promove a vida (cf. Jo 18,33-37). 

Na segunda leitura, João nos dirá que Jesus “é o alfa e o ômega, ou seja o princípio e fim, aquele que era e que vem, o todo poderoso” (cf. Ap 1,5-8). 

No próximo domingo iniciaremos o ADVENTO, caminho de preparação ao Natal. 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER OS SINAIS DOS TEMPOS  

A liturgia deste 33º domingo do tempo comum nos apresenta uma linguagem em tom apocalíptico, bastante forte que pode nos causar medo. Tudo isto porque estamos concluindo o Tempo Comum e nos preparando para um novo ano litúrgico. 

Na 1ª leitura, o profeta Daniel, lembra o dia do julgamento: Miguel se levantará e causará espanto, angustia, “muitos dos que dormem no pó da terra despertarão, o povo será salvo, os que tiverem sido sábios brilharão” (cf. Dn 12,1-3). 

O evangelho, numa linguagem apocalíptica afirma que o sol vai escurecer-se, a lua deixará de brilhar, as estrelas despencarão é o anuncio da chegada do Filho do homem. Jesus alerta que somos capazes de perceber os sinais do pé de figueira, também precisamos estar prontos para este grande momento. (cf. Mc 13,24-32). 

A segunda leitura nos lembra que a diferença entre o sacrifício oferecido pelo sacerdote no AT e o sacrifício de Cristo, sacerdote eterno. O sacerdote entra no templo para oferecer sacrifício pelos pecados do povo. Cristo faz um único sacrifício, oferece a si mesmo, nos salvando eternamente (cf. Hb 10,11-14). 

Rezemos todos pelas conclusões do Sínodo paroquial. 

Pe. Mário Pizetta, 
Pároco


DOAR: UM ATO DE QUEM É LIVRE

O 32º domingo do tempo comum ano B, nos coloca diante de duas viúvas: uma se encontra com o profeta Elias, que lhe pede água e depois pão, a outra, a viúva que faz sua oferta no templo.

A primeira leitura relata o encontro de Elias que pede a uma viúva água e pão. A viúva alerta o profeta de que o que possui é tão pouco, ou quase nada. O profeta lhe diz para que proceda desta forma que jamais lhe faltará. Ela acredita e confia. De fato, a farinha não baixou na vasilha e a água jamais faltou (cf. 1Rs 17,10-16). Quem aprende a partilhar jamais falta.

O evangelho relata Jesus advertindo o povo para que fiquem atentos às pregações dos doutores da lei, e depois indo sentar-se diante do cofre das ofertas. Observava como alguns depositavam grandes quantias, e viu também uma pobre viúva que deu duas moedas, que não valiam nada. Depois, Jesus chama os discípulos e diz a eles que esta viúva deu tudo o que tinha, e os outros deram do sobraram (cf. Mc 12,38-44). Nosso gesto de doar não pode ter limites.

A segunda leitura, nos relembra que o sumo-sacerdote no Antigo Testamento entrava no templo uma vez por ano, para oferecer sacrifícios de reparação, Cristo entra uma só vez e sua oferta é para sempre (cf. Hb 9,24-28)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 

AS BEM-AVENTURANÇAS: O CAMINHO DA SANTIDADE

A Igreja celebra neste domingo, a festa de todos os Santos e apresenta as Bem-aventuranças como o caminho da santidade.

Na primeira leitura, o livro do Apocalipse, apresenta o grande dia, o da salvação. O Senhor assinalará na fronte todos os que a ele pertence, e de todos os povos virão pessoas e formarão uma grande multidão. Estes são todos aqueles que passaram pela tribulação e foram vencedores (cf. Ap 7,2-4.9-14).

O evangelho apresenta as bem-aventuranças. São elas: os que se abrem para Deus, os aflitos, os mansos, os que tem fome e sede de justiça, os misericordiosos, os promotores da paz. Felizes quando vos perseguirem. Na vivencia desses apelos está a certeza de que estamos passando pela porta estreita e conseguindo a santidade (cf. Mt 5, 1-12).

Na segunda leitura, João nos mostra o amor que Deus tem por cada um de nós, tratando-nos como seus filhos. A vida é um aguardar permanente até o dia da revelação plena (cf. 1Jo 3,1-3).

Ontem celebramos nossos antepassados. Foi um momento de nos confrontar com o grande mistério da morte. Nesse dia também rezamos por todos os falecidos da paróquia. Recordamos também com carinho de todos os sacerdotes que trabalharam aqui conosco.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


MISSÃO: UM CHAMADO A SERVIR

Celebramos neste domingo o dia mundial das missões. Um desafio cada vez maior para o universo da cidade, diante de um mundo que vai se distanciando de Deus. Há poucos anos, missão era partir. O outro, distante, tinha necessidade de Deus. Hoje, o grande anúncio de Deus é dentro de nossas famílias, condomínios, vilas em nossas cidades. Afastamos Deus de nossa caminhada.

A primeira leitura, vem do profeta Isaias e nos mostra que todo missionário, como o verdadeiro Servo Sofredor, carrega o peso do sofrimento. Através dele alcançará a luz e uma ciência perfeita e tornará muitos homens justos (Cf. Is 53,10-11).

O evangelho, afirma Jesus aos discípulos, e também a nós hoje, que a grande tarefa do missionário é servir, não querer sentar-se à direita ou a esquerda. Servir é assumir riscos e não reproduzir esquemas deste mundo. O que serve evangeliza. Damos testemunho na medida que servimos. (Mc 10,35-45).

A segunda leitura, o autor da carta aos Hebreus, dirá ao missionário hoje que precisamos ter confiança em Cristo, Ele nos protege. Cada pessoa que abraça a missão precisa se aproximar, com toda a confiança ao Sumo e eterno sacerdote, para obter o auxílio necessário (Hb 4,14-16).

A missão não é uma iniciativa pessoal, mas um envio do Senhor.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A SABEDORIA NOS CONDUZ PARA A VIDA ETERNA

A liturgia deste domingo nos faz uma pergunta: ”o que devo fazer para conquistar a vida eterna?”(Mc 10,17-30)

O sábio nos dirá na primeira leitura que ele não encontrou nada igual a sabedoria, ela é superior as mais belas pedras preciosas(cf. Sb 7,7-11).

O evangelho nos dirá que a vida eterna é conquistada não apenas pela observância dos mandamentos, mas quando abandonamos tudo o que nos prende deste mundo: riquezas, cargos, e também das recompensas. Somos verdadeiramente livres quando damos às coisas deste mundo o seu devido valor e nos doamos totalmente as coisas de Deus. Ali veremos o quanto receberemos em troca(cf. Mc 10,17-30).

A segunda leitura, nos dirá que conquistamos a sabedoria quando penetramos no significado da Palavra, porque ela penetra o mais íntimo do coração, pois ela nos desnuda totalmente(cf. Hb 12-13).

Neste domingo, vamos nos unir aos dois novos santos na Igreja: São Paulo VI e o Bispo Oscar Romero. Paulo VI, aquele que levou em frente o Concílio Vat. II. Don Oscar Romero, morto em 24 de março 1980, enquanto celebrava a missa. Dizia: “A missão da Igreja é identificar-se com os pobres. Assim encontrará a sua salvação”.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“SERÃO OS DOIS NUMA SÓ CARNE” X “POR CAUSA DA DUREZA DO SEU CORAÇÃO”

O 27º domingo do tempo comum, ano B, nos leva a refletir sobre um dos problemas da Família: a separação.

Na 1ª leitura, o texto nos mostra a criação da mulher. Deus havia criado o homem e este ao olhar sobre todos os seres criados não encontrou algum semelhante a ele, por isso Deus o fez entrar num sono profundo e de sua costela fez a mulher (cf. Gn 2,18-24).

No evangelho, os fariseus interrogam Jesus sobre a separação do homem e da mulher. Jesus, não responderá aos fariseus, mas retorna a obra criadora do Pai e dirá que tudo isto acontece por causa da dureza do seu coração, não compreendendo que os dois são uma só carne (cf. Mc 10, 2-16).

Na segunda leitura, o autor da carta dos hebreus, reconhece a grandeza de Jesus sobre todas as coisas criadas, e o estabelece como centro de toda a criação (Hb 2,9-11).

Nos dias de hoje, vivemos um tempo de dificuldades na realidade da família. Grande parte das pessoas fazem experiência de união antes de assumir o matrimônio, os filhos não são mais a principal preocupação. Muitos daqueles que abraçam o casamento, separam-se antes mesmo de completar cinco, dez anos. E quando possuem filhos, estes ficam de um lado para outro, provocando desestruturações da vida da criança.

Estamos no mês missionário, rezemos para que sejamos cada mais uma Igreja Missionária.

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

SOMOS A FAVOR DE JESUS QUANDO PRATICAMOS O BEM

A liturgia deste domingo, nos mostra a importância de agirmos a favor de Jesus, optando sempre para fazer o bem, desperta em nós o sentido do profetismo e nos adverte sobre o perigo das riquezas. Vejamos:

A primeira leitura, do livro dos Números, mostra que o profetismo está presente na vida das pessoas. O profeta é uma criatura ungida por Deus. A manifestação desse dom pode acontecer em qualquer pessoa (cf. Nm 11,25-29).

No evangelho, nos vem a alerta de que nada passará despercebido diante de Deus, nem mesmo um copo d’agua dado a um irmão, por isto que Jesus nos convida a fazer sempre o bem, pois ele castigará aquele que provocar o escândalo. Para fazer o bem não precisamos pertencer a um grupo específico. Não detemos o monopólio. Deus age na vida das pessoas, independente de participar de uma instituição, para isto temos o compromisso de evitar toda possibilidade de praticar o mal (cf. Mc 9,38-43.45.47-48).

A segunda leitura, o apóstolo Tiago, denuncia o comportamento do rico ganancioso: “agora, ricos, chorai e gemei, por causa das desgraças que estão para cair sobre vós”. Deus quer que pratiquemos a justiça (cf. Tg 5,1-5). Lembremos de é também o encerramento do mês da Bíblia.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“QUEM QUISER SER O PRIMEIRO, SEJA O ÚLTIMO DE TODOS”(Mc 9,35b)

Ser o primeiro em tudo que fazemos, pode ser uma aspiração boa, mas Jesus neste domingo nos convida a trocarmos o primeiro lugar pelo último, dessa forma podemos servir a todos.

A primeira leitura, do livro da sabedoria, mostra o ímpio que trama a morte do justo, faz isto mediante a perseguição e ameaças, pois o justo incomoda o ímpio (cf. Sb 2,12.17-20).

No evangelho, enquanto Jesus atravessava a Galiléia, informa  aos discípulos que ele vai ser entregue nas mãos dos homens e estes o matarão. Os discípulos não compreendem e depois à noite Jesus pergunta: “o que vocês discutiam pelo caminho? Jesus adverte os apóstolos e lhe diz: aquele que quiser ser o maior seja o vosso servo. Colocando uma criança no meio deles Jesus e diz: quem acolher esta criança é a mim que acolhe (cf. Mc 9,30-37).

O apóstolo Tiago nos diz que onde existe a inveja e a rivalidade ali estão as desordens. E aqueles que se deixarem conduzir pela sabedoria que vem do alto encontrarão a justiça que produz a paz, conciliação, misericórdia e  (cf. Tg 3,16-4,3).

Continuemos o mês de setembro, mês da Bíblia. Que a Palavra seja sempre nossa Luz.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


RECONHECER JESUS, PARA CAMINHAR COM ELE

O 24º domingo do tempo comum, ano B, nos convida a fazer um reconhecimento: Identificar quem é Jesus, para poder seguir seus passos.

A primeira leitura nos oferece uma imagem de que o Messias é um Servo Sofredor, não foge de sua responsabilidade, enfrenta os riscos, por que ao seu lado ele encontra o Auxiliador(cf. Is 50,5-9).

No evangelho, Marcos, nos apresenta dois momentos: Inicialmente Jesus quer saber o que pensam dele: Pedro assume aposição de líder do grupo afirmando com grande convicção de que Jesus é o Messias. No entanto, quando Jesus mostra o rosto do verdadeiro Messias, da necessidade de ir a Jerusalém Pedro revolta-se, contrariando Jesus totalmente (Mc 8,27-35).

A segunda leitura nos apresenta por meio de Tiago a questão da relação entre fé e obras. Toda atitude de fé exige um gesto concreto (Tg 2,14-18).

Neste domingo duas etapas são mostradas: identificar e reconhecer são atitudes fundamentais para quem quer ser seguidor de Jesus. Vamos nos lembrar que estamos no mês da Bíblia.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS FAZ BEM TODAS AS COISAS

Jesus, neste 23º domingo do tempo comum, Ano B, veremos a multidão afirmar: “Ele faz bem todas as coisas”. No contexto das leituras vamos procurar entender esta frase:

A primeira leitura, o profeta Isaias, com palavras de encorajamento dirá: “Criai ânimo, não tenhais medo, porque o Senhor virá para libertar a cegueira, fazer os coxos andarem, desatará a língua de todos e transformará a terra sedenta em fonte de água” (cf. Is 35, 4-7).

Estamos vivendo um tempo que se torna necessário o encorajamento mútuo.

No evangelho, encontramos Jesus na Galileia onde cura um surdo e alguém que pouco conseguia falar. Grita forte: “Abra-te!”. Jesus verdadeiramente liberta o homem não apenas de seus males físicos, por isso o povo diz com firmeza: “Ele tem feito bem todas as coisas”(cf. Mc 7,31-37). Fazer bem tudo o que fazemos não deixa somente feliz quem faz, mas o outro.

Na segunda leitura, Tiago nos alertará que precisamos superar todo e qualquer tipo de descriminalização, pois Deus trata a todos com igualdade. Não faz acepção de pessoas (cf. Tg 2,1-5). Prosseguimos com o mês da Bíblia. Deixemos que a Palavra entre em nossa vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“É DENTRO DO CORAÇÃO HUMANO QUE SE ORIGINA O MAL”

Neste 22º domingo do tempo comum, Ano B, Jesus alerta que é dentro do coração humano que saem todo tipo de maldade (cf. Mc 7,21).

A primeira leitura, do Dt, apresenta Moisés convidando o povo a escutar as leis e os decretos que os conduzirão pelo caminho do deserto. O cumprimento das leis dará sabedoria ao povo, e este será elogiado por outros povos. A observância da lei nos ajuda a trilhar um caminho de bem estar a todos (cf. Dt 4,1-2.6-8).

No evangelho, Marcos nos mostra que os mestres da lei e os fariseus questionam os discípulos de Jesus que não observam os costumes e regras judaicas. Jesus se irrita chamando-os de hipócritas afirmando: “vocês me louvam com os lábios mas o coração está longe de mim”.

Jesus nos dirá que o mal não está fora do homem mas dentro, de onde saem todas as podridões (cf. Mc 7,1-8.14-15.21.23).

Na segunda leitura, o apóstolo Tiago nos exortará sobre a importância de sermos praticantes da Palavra, não meros ouvintes. A Palavra é sempre fonte geradora de transformação (cf. Tg 7,17-18.21-22.27).

Estamos iniciando o mês de setembro e com ele o mês da Bíblia. Vamos todos ao encontra desta Palavra, ela traz vida para todos. Neste mês vamos aprofundar o livro da Sabedoria.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 

“ESTA PALAVRA É DURA”

O vigésimo primeiro domingo do tempo comum continua a nos falar sobre o seguimento de Jesus. Os discípulos reagem afirmando: “esta palavra é dura, quem consegue escutá-la? ”

Na 1ª leitura, Josué confronta o povo: qual Deus vocês querem servir? O povo responde: “longe de nós abandonarmos o Senhor para servirmos deuses estranhos” (Js 24,1-2.15-18).

O evangelho relata o momento em que os discípulos reclamam de Jesus dizendo que é difícil salvar-se. Jesus responde que: “ suas palavras são espirito e vida”. Diante disso muitos se retiram e vão embora, e Jesus também pergunta aos discípulos, se também eles querem ir embora? No que eles respondem: “para onde vamos se somente tu tens palavras de vida eterna” (cf. Jo 6,60-69).

A segunda leitura, Paulo compara a relação do homem-mulher, com a relação da Igreja-Cristo, afirmando que este é um grande mistério (cf. Ef 5,21-32).

Neste domingo, o quarto do mês das vocações lembramos a vocação batismal, cada batizado é chamado a colaborar na construção do reino de Deus. Cada um serve de acordo com seus dons.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“ELEVADA A GLÓRIA DO CÉU”

Estas palavras nós as encontramos no prefácio da missa que celebramos neste domingo: Assunção de Nossa Senhora, a grande festa Mariana. Neste final de semana temos a missa da vigília, sábado, e a missa da festividade, domingo. Nosso pensamento volta seu olhar para a liturgia dominical.

A primeira leitura nos mostra dois grandes sinais: o primeiro, “Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo de seus pés, e uma coroa de doze estrelas” ( Ap 12,1). Essa mulher é Maria que se apresenta como o grande sinal para o mundo. O segundo, “um dragão, cor de fogo, com sete cabeças, dez chifres, e sobre a cabeça sete coroas” (Ap 12,3), Esse é o mal, que se coloca para confrontar todas as ações do bem. Coloca-se diante da mulher para matar o filho que estava para nascer, mas o filho foi levado para junto de Deus, a mulher para o deserto. Ouve-se o grande grito: “realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus”.

O evangelho relata o encontro de Maria com a sua prima Isabel. Nos ensina a solidariedade de Maria. O cântico da Magnifica é a exultação da que mostra a realeza de Jesus. A visitação é um exemplo de “Igreja em saída” (cf. Lc 1,39-56).

A segunda leitura, Paulo nos falará da realeza de Cristo, Tudo será colocado debaixo de seus pés (cf. 15,20-27).

A paróquia Santo Inácio, neste domingo celebra uma devoção Mariana trazida da Itália, Nossa Senhora do Mar, celebrada a 77 anos. Haverá procissão às 10 horas seguida da missa.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“QUEM COMER DESTE PÃO VIVERÁ ETERNAMENTE”

Prosseguimos neste domingo, dia dos pais, a refletir “Jesus é o pão da vida”.

Na primeira leitura veremos a experiência de Elias, que tomado pelo cansaço deita-se sob um junipero à espera da morte. O Senhor o alimenta, mas Elias volta a dormir, o Senhor o acorda novamente, alimenta-o e pede para que prossiga o caminho até o Sinai ( 1Rs19,4-8).

No evangelho, os judeus murmuram diante do discurso de Jesus sobre Ele ser “o pão da vida”, mas este ainda continua: “quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida no mundo” (cf. Jo 6,41-51). Para compreender que Jesus é pão precisamos acolher a pessoa de Jesus, suas palavras, gestos e atitudes. No acolhimento, sem restrições, entendemos o significado de “minha carne”.

Na segunda leitura Paulo faz uma série de recomendações à comunidade e pede a eles que vivam no amor de acordo como Cristo nos amou” (cf. Ef 4,30-5,2). Para viver no amor necessitamos afastar todo tipo de irritação, cólera, gritaria, injurias e sermos imitadores de Cristo. Paulo, nos pede para sermos imitadores de Deus, como filhos que ele ama.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


JESUS É O PÃO DA VIDA

Depois de ter feito a multiplicação dos pães e distribuído com fartura ao povo. Jesus vai afirmar que “Ele é o pão da vida”. Das leituras propostas deste domingo podemos ver:

O texto do livro do Êxodo nos mostra o descontentamento do povo no caminho à terra prometida. Moises escuta o povo e intercede ao Senhor, que o atende enviando o maná: “ Isto é o pão que o Senhor vos deu como alimento” (Ex 16,2-4.12-15).

O evangelho, relatado por João, nos revela que o povo vai procurar Jesus. Quando o encontra fazem perguntas a Jesus, no que afirma: “Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna e que o Filho do homem vos dará” (cf. Jo 6,27).

Na segunda leitura, o apostolo Paulo nos alertará que para alcançarmos a Cristo precisamos nos “despojar do velho homem”, e buscar o novo homem (cf. Ef 4,17.20-24).

Neste domingo, veremos que Jesus é fonte de vida, é o verdadeiro alimento para a vida eterna.

As leituras sobretudo no evangelho, nos adverte de que Jesus não é um supermercado ou farmácia mas fonte de vida para o homem que abre caminhos para uma vida nova.

No mês de agosto, rezamos pelas vocações, neste primeiro domingo rezamos pela vocação do padre. Rezemos por todos os sacerdotes que passaram pela nossa vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco

 

 
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