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A Vóz do Pároco - Novembro 2012

"BOM MESTRE, QUE DEVO FAZER PARA GANHAR A VIDA ETERNA?" (Mc 10,17)

O mês de novembro nos reserva um dia no calendário religioso para reverenciar os falecidos de nossas famílias e amigos. Geralmente não gostamos de tratar deste tema. Muitas vezes até evitamos ir a velório e, se o fizermos, o fazemos com muito esforço. Quanto menos a morte estiver nos nossos pensamentos melhor, o que pode ser um engano.

A morte é o momento de nossa passagem para a eternidade. Continuaremos vivos de outra forma. A eternidade é conquistada pelo modo como vivemos os nossos dias aqui na terra. O viver cada dia foi a grande prova, e o viver bem ou viver mal, depende de cada um de nós.

Um dia escutei de um sacerdote a seguinte frase: "morremos do jeito que vivemos". Constato hoje, depois de ter acompanhado pessoas em muitos momentos particulares, que este sacerdote não estava errado. A morte nos faz compreender os limites do mundo humano.

O livro da Sabedoria diz: "Sua saída do mundo foi considerada uma desgraça, mas eles estão em paz. Aos olhos dos homens parecem ter sido castigados, mas sua esperança é cheia de imortalidade" (cf. Sb 3,2b.4). Na visão dós insensatos, a morte é vista como uma desgraça, um castigo.

No livro do Apocalipse, lemos que João descreve o que observou em sua visão: "Vi um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. Vi a nova Jerusalém. Escutava uma voz forte que dizia: 'esta é a morada de Deus entre os homens, todos seremos o seu povo. Neste novo lugar Deus enxugará toda lágrima de seus olhos. A morte não existirá mais, não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes. Eís que faço novas todas as coisas'" (Ap 21,2ss). Tudo será diferente, novo. Mudará nosso modo de ver e sentir. Os critérios de percepção serão outros.

Iluminados por estas palavras, compreendemos que a morte é um grande divisor de águas. Cada ser vivente passa a viver uma nova real idade, se assim podemos afirmar.

No evangelho de João vemos escrito: "Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa de meu Pai há muitas moradas" (cf. Jo 14,1-2). A morte não apenas pode perturbar quem está partindo, mas também quem o assiste. Cada pessoa tem uma reação particular nestes momentos.

No evangelho de João, no relato da visita de Jesus a Marta e Maria, por ocasião da morte de Lázaro, encontramos palavras consoladoras de Jesus. Através delas, Jesus ajuda-nos a tomar uma posição diante destes momentos conflituosos, dizendo a elas: "Eu sou a ressurreição e a vida . Quem crê em mim, mesmo que tenha morrido viverá. E quem vive e crê em mim jamais morrerá" (cf. Jo 11,25ss).

Aqui está revelado um grande segredo da vida humana: crer! A vida é um ato de fé. Sempre que direcionamos o viver para este universo, vislumbramos algo sempre novo. Para alimentar esta chama da vida, é o próprio Jesus quem nos orienta: "Se alguém guardar minha palavra, jamais verá a morte" (Jo 8,51).

A morte é o encontro com a eternidade. "Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível", nos recorda o Primeiro Prefácio dos Fiéis Defuntos. O momento de nossa partida é o ingresso na morada do Pai. Para os que não crêem, infelizmente, é o fim de tudo: voltaremos ao pó e nos misturaremos à terra.

Não importa como compreendemos a morte, o importante é nos perguntar: o que a morte das pessoas que amamos nos ensina? Supliquemos ao Senhor da Vida numa só voz: "Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno! E a luz perpétua os alumie! Descansem em paz! Amém!".

Pé. Mário Pizetta - ssp (Pároco)


 

 

A Vóz do Pároco - Outubro 2012.

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SER MISSIONÁRIO: UM OLHAR DE COMPAIXÃO!

Geralmente o olhar humano se volta para onde está seu interesse. Sendo assim, podemos dizer que "olhar e mente" se entrelaçam, completam-se e criam dentro de nós o sentimento de compaixão. Chamamos este olhar, o olhar de Jesus, olhar de compaixão. Compaixão significa literalmente "sofrer com", assumir a dor da outra pessoa, identificar-se com ela, sentir com ela a dor. É a compaixão, e não a pena das pessoas, que leva Jesus afalar e a agir.

No mês de outubro, no caminho do ano litúrgico da Igreja, ouve-se falar muito de missão, evangelização, missionariedade, real idades desafiadoras.

Tempos atrás, quando ouvíamos falar de missão, imediatamente passava na nossa mente a imagem de um grupo de pessoas vestidas de roupas cinzas ou pretas, de aparência séria, que nos davam a impressão de serem realmente pessoas compenetradas, introspectivas. Lembravam-nos que vinham em nome de Deus, e, de fato, era assim mesmo. Este grupo de pessoas abençoava, visitava as famílias, os doentes, reunia a comunidade, cada noite havia uma palestra d i recionada para jovens, famílias: uma verdadeira catequese. Eles também visitavam escolas, fábricas, casas comerciais, hospitais etc. Toda a vila, o bairro e a cidade, geralmente pequena, vivia aquela semana missionária. Terminada toda aquela movimentação, a vida voltava ao seu ritmo normal. Tinha-se a sensação de que Deus tinha visitado o seu povo: "Deus veio visitar o seu povo" (Lc7,16), pois percebia-se algo diferente nas pessoas e elas sentiam e assumiam a necessidade urgente de renovação, de uma nova consciência.

Hoje, com o surgimento das grandes cidades, com o avanço das novas tecnologiasredas redes sociais, com a globalização, pouco resta para a realização dessas formas de missão. A vida urbana, por causa do seu dinamismo, da sua correria empresarial, esvaziou a religião, distanciou as pessoas de Deus. Nós continuamos precisando de De^s e novas formas de viver esta missionariedade precisam ser descobertas. Atualmente as formas e os meios das pessoas se comunicarem são muitíssimas, mas as pessoas ficaram mais distantes uma das outras. As Igrejas perderam muito dos seus tradicionais espaços de convivência, momentos de encontros, de aproximação das pessoas... A Igreja corre o grave risco de ser apenas o lugar do sag rado,

Vivemos novos tempos! Estes, trazem mudanças na forma de viver a fé. A experiência do sagrado tende a caminhar para o mundo do privado. Não tem mais aquele caráter comunitário. Vivemos, portanto, grandes desafios, verdadeiros dilemas. Uma coisa, porém, é certa: não podemos nos acomodar. O tempo das crises e das dúvidas são tempos "férteis" para fazer nascer o novo. O novo pode ser resgatado do passado, porém com uma nova roupagem, com novos métodos e conteúdos. O novo é permitir nascer dentro de nós um novo olhar, o olhar compassivo de Jesus, que tantas vezes aparece nos seus evangelhos, como por exemplo, a cura do empregado do centurião romano (cf, Lc 7,1-10), a libertação da morte do filho da viúva da cidade de Naim (cf. Lc7,11-17).

Creio que a Igreja hoje vive um momento de graça, pois o Espírito Santo, assim como inspirou em outros tempos novas formas de viver a fé e o compromisso evangélico, hoje nos impele pela sua graça, a buscarmos respostas diante destas novas realidades. Não podemos ter medo das mudanças nem recuar diante dos desafios, isso faz parte do processo de adaptação das pessoas aos novos tempos. Para compreender todas estas evoluções, precisamos mudar nossa forma de olhar o mundo e as pessoas: termos um olhar de compaixão, que foi o olhar de Jesus sobre a multidão (cf. Lc7,13). Não vivemos mais na idade da caverna, nas vilas agrícolas e nos campos pastoreando: avançamos para as grandes cidades, para o mundo urbano.

Vivemos novos tempos, tempos não apenas para despertar novos sentimentos, mas para novas metodologias de ação. O anúncio da Palavra de Jesus permanece de geração em geração. Possuir espírito missionário é deixar crescer em nós o espírito compassivo de Jesus. Quanto mais nossos olhos forem capazes de captar/enxergar estas realidades, mais nos comprometeremos com a vida: "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham plenamente" (Jo 10,10). O agir missionário nos conduza sermos solidários com os irmãos que são oprimidos nestes novos tempos. A solidariedade diminui distâncias e nos faz viver uma fé mais autêntica. Onde estão os pequenos e os marginalizados à margem da vida, ali deve estar o coração de todo missionário: "Onde está o seu tesou ro, aí estará também o seu coração" (cf. Mt 6,21).

Missionariedade e compaixão caminham juntas. Todos podemos e devemos ser missionários, vivendo o nosso compromisso batismal. Aprendamos de Jesus, o Mestre por excelência, e deixemos que ele cure a nossa surdez e a nossa mudez (cf. Mc 7,31 -37), e abra o nosso coração para acolher os irmãos e as irmãs que mais necessitam de nós. E, como ele, passemos no mundo "fazendo bem todas as coisas" (Mc 7,37). Viver a fé concretamente é comprometer-se, em primeira pessoa, com missão e o seguimento de Jesus: "Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a suacruz e me siga" (Mc 8,34).

Pé. Mário Pizetta • ssp (Pároco)

 

 

 

A Vóz do Pároco - Setembro 2012

LÂMPADA PARA MEUS PÉS E LUZ PARA O MEU CAMINHO (SI 119,115)

No mêsde setembro, a Igreja Católica Apostólica Romanado Brasil, lembrará o mês da Bíblia. Muitas iniciativas acontecem. Nossa paróquia irá participar do Mutirão Bíblico no Setor Paraíso, (cf. quadro publicado no jornalzinho).

Estamos chamando este Mutirão Bíblico de Mutirão da Evangelização, pois estaremos relacionando a palavra de Deus com as principais diretrizes da CNBB em sua ação Pastoral. A associação da Palavra à ação da Igreja não apenas representa garantia de equilíbrio, mas fonte de sabedoria em nossa pastoral.

Um fato muito significativo se apresenta na sociedade atual: a procura da palavra de Deus pelas pessoas. Podemos dizer que nunca como hoje na história ela esteve tão presente na vida das pessoas. Diante deste fato podemos nos perguntar: "de que forma esta palavra esta sendo acol hida", ou seja, como ela está sendo apresentada as pessoas.

O salmo afirma que a palavra serve para clarificar os caminhos por onde andamos, pisamos e com isto ela não nos permite pisar em lugares falsos.

Penso que podemos comparar esta palavra a primavera. Na natureza esta estação é marcada pelo nascimento dos ramos, aparentemente sem vida, surgem ramos verdejantes, flores e vemos vida nascendo, constatamos uma verdadeira revolução na paisagem da natureza e de toda esta realidade chegam os frutos.

A palavra de Deus é como uma boa semente, que ao encontrar um terreno bom, ela rapidamente nasce, cresce, produz frutos em abundância (cf. Lc8,11; Mc 4,1-20).

Na Bíblia está a palavra de Deus deixada aos patriarcas, profetas, homens que receberam de Deus esta tarefa de serem os comunicadores desta palavra. Depois deter falado de muitos modos e por meio de muitas pessoas Deus falou por meio de seu Filho, e o Verbo se fez carne e habitou entre nós(cf. Jo 1,1 ss).

Alguns cuidados são necessários para a leitura dessa palavra, vejamos alguns particulares:

a. Ler e reler o texto, entender o que é dito, identificar personagens.

b. Ver quem fala e quem escuta. Avaliar o que se fala. Acompanhar os diálogos, quem dialoga.

c. Ver o contexto, ou seja o ambiente em que é pronunciada a palavra.

Depois de todos estes cuidados buscar e compreender o que este texto dizia na época emqueelefoi pronunciado, Porfim,vercomo esta mensagem pode ser atualizada hoje.

Como ela pode ser encarnada na minha vida. Fundamental nesta busca é ver como ela se aplica a mim e na vida da sociedade, o que ela denuncia e o que ela está anunciando de exigências?

Podemos então dizer, que assim como a semente que ao encontrar terra boa ela não apenas nasce, mas produz flores e frutos em abundância, assim acontece com a Palavra de Deus ao encontrar um coração receptivo, acolhedor ela certamente realiza grandes transformações.

Nossa paróquia ao deixar as bíblias nos bancos da Igreja quer possibilitar as pessoas oportunidade de encontro com esta palavra. Nosso fundador Pé. Alberione nos diz que a maior caridade que podemos fazer é dar a Palavra de Deus para a humanidade.

Por fim, queremos reafirmar que a profundidade da Palavra vem do silêncio e da meditação. A verdadeira compreensão do texto não vem apenas pelas técnicas necessárias para a compreensão, mas também pela oração feita sobre um texto.

 

Pé. Mário Pizetta - ssp (Pároco)


 

 

A Voz do Pároco Agosto 2012

UMA RESPOSTA, UMA VIDA

Na Igreja, anualmente no mês de agosto, tocamos neste tema muito especial, até intrigante: A VOCAÇÃO.

"Saia da tua terra, do meio de seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei, Tomarei famoso o seu nome de modo que se torne uma bênção." (cf. G n 12,1 -3)

Este trecho fala da vocação de Abraão, e nela encontramos realidades que tocam forte: uma palavra imperativa, forte, decisiva que contém riscos, desafios, coragem, abandono, fidelidade. É a proposta de uma aliança, não tem como dizer não, ela é envolvente. Anuncia as melhores perspectivas.

"Antes de formar você no ventre de sua mãe, eu o conheci; antes que você fosse dado à luz, eu o consagrei, para fazer profeta das nações..." (cf. Jer 1,5ss).

Esta afirmação é tirada do início do livro de Jeremias, refere-se ao momento que o Senhor fala a este menino, criança. Jeremias teve medo do chamado de Deus,

O chamado é sempre intrigante. No chamado é comum encontrarmos o anúncio de algo que devemos fazer, mesmo sem compreender. Deus, no seu imenso amor, antes de sermos formados no seio materno, nos chama para desempenhar no mundo uma tarefa, numa realidade específica e a isto chamamos de vocação.

"O anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo, Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra" (tf. Lc 1,35-38).
A vocação além de conter um caráter de mistério, de realidades nem sempre compreensíveis, pode nos colocar diante de dilemas. Porém diante da grandeza do apelo não restam muitas alternativas, senão dizer com prontidão "Sim" como Maria fez. Renunciaras! Mesmo não é trair senti mentos, mas compreender que a vontade de Deus é superior aos nossos interesses.

"Saulo, Saulo, por que me persegues?.... Quem és tu Senhor?....Você e o instrumento que eu escolhi para levaras nações o meu nome... " (cf.At 9,1-19; 22,1-21;26,2-18)

As três citações acima relatam de formas diferentes a vocação de Paulo, o apóstolo. Nestes relatos verificamos que muitas vezes podemos atingir certa maturidade em nossos propósitos, nossos objetivos de vida. No entanto compreendemos aqui que a vida não nos pertence, era é de Deus. Deus pode provocar uma mudança de rumo em nossas vicias. Muitos dos grandes santos tiveram estas mudanças, Santo Agostinho, Santo lnáçio, e muitos outros.

Dos trechos acima citados, podemos dizer que todo o ser hurnano é um vocacionado. Cada um de nós tem uma tarefa para realizar neste inundo. Par alguns, Deus na sua infinita bondade, pede algo; a mais, diríamos, missões especiais, que nem sempre aceitamos ou compreendemos. Perceber e adequar-se à. vocação é encontrar o verdadeiro caminho da felicidade. Investir a vida num universo que não é o da vocação é buscar um caminho por demais pedregoso e perigoso. Por isso vivemos felizes quando fazemos o que é próprio da vocação. Refletir o tema da vocação é uma maneira de buscar a felicidade. Para o pé da pessoa existe um sapato que se ajusta.

Busque compreender sempre que todo chamado é: surpreendente, intrigante, desafiador, provocativo e ousado, Quanto maior o grau dessas realidades maior necessita ser o amor.

Pé, Mário Pizetta - ssp (Pároco).


 

 

A Voz do Pároco Julho de 2012

UMA PARÓQUIA COM ESPIRITO MISSIONÁRIO

A paróquia é a célula viva da Igreja e lugar onde a maioria dos fiéis faz sua experiência eclesialcom o Cristo (cf. DAp 304).

Esta afirmação do documento de Aparecida nos coloca diante de um grande desafio: a revitalização da fé das nossas paróquias. A redescoberta do espírito de comunidade. Tudo isto acontecerá se houver uma Conversão Pastoral.

"A Conversão Pastoral de nossas comunidades exige, que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Assim será possível que o "único programa do Evangelho continue introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial com ardor missionário, fazendo com que a igreja se manifeste como mãe que vai ao encontro, como casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária". (DAp 370).

O cardeal de São Paulo, na carta pastoral "Paróquia torna-te o que tu és afirma". "O futuro da nossa Igreja e da paróquia depende do nosso ânimo missionário", (cf. Carta Pastoral n. 7).

O documento DGAE 2011-2015, n. 26 afirma: "Uma verdadeira conversão pastoral deve estimular-nos a inspirar-nos em atitudes e iniciativas de auto-avaliação e coragem de mudar estruturas pastorais em todos os níveis, serviços, organizações, movimentos e associações".

Temos necessidade urgente de viver na Igreja a paixão que norteia a vida de Jesus Cristo: o Reino de Deus, fonte de graça, justiça, paz e amor. "Por esse reino o Senhor deu a vida".

Estes quadros de textos de documentos oficiais de Igreja nos provocam a abrir os olhos para começar a ver a realidade ao nosso redor. Muitas coisas mudaram, inclusive o vi ver a fé.

Somos felizes porque vemos frequentadores fiéis às celebrações todos os dias da semana e nos finais de semana. Mas precisamos, nos perguntar: Isto basta para expressar realmente que somos parte de uma paróquia que busca ser missionária ?

Penso que temos localizado a fonte, vem agora o desafio. Refletirmos quais caminhos poderemos assumir diante dos desafios da evangelização.

Dois aspectos positivos estão evidentes em nossa paróquia, estamos dando uma atenção maior à catequese, contamos com uma maior presença de catequistas e consequentemente, acolhendo mais crianças, adolescentes, jovens e adultos.

Nossos eventos comunitários também apresentam mais participação da comunidade. Em relação aos serviços que a paróquia oferece além da Oficina Santo Inácio e a visita aos asilos, apresenta poucas experiências concretas. Acredito que podemos fazer mais. Nossa paróquia tem um índice muito alto de fiéis de nível superior. O estudo não nos deveria afastar de Deus, pelo contrário, poderia ser uma forma de melhor entender a fé. Veja o que diz Einstein: "A ciência sem religião é aleijada" e "A religião sem ciência é cega".

Acredite meu irmão, minha irmã, você pode tornar-se um entusiasta discípulo e missionário de Cristo Jesus. Busque viver a fé que existe dentro de você numa dimensão comunitária, ali vai nascer seu espírito missionário.

O conhecimento e o entendimento da Palavra de Jesus fará você uma nova criatura. Um abraço meu irmão e irmã.

Pé. Mário Pizetta  - ssp (Pároco)


 

 
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