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Mensagens da semana Abril 2018

“PERMANECEI EM MIM , E EU PERMENECEREI EM VÓS”

O 5º domingo da Pascoa, nos traz o evangelho da videira verdadeira. O evangelho da fé no Ressuscitado para produzir muitos frutos. Viver sempre em comunhão com Cristo, para não tornar nossa vida infrutífera.

Na primeira leitura, os Atos dos Apóstolos nos mostram a aproximação e integração de Paulo com os discípulos através de Barnabé. Paulo, pregava junto aos discípulos. Pelo fato de não conhecerem a sua mudança de vida, sofre perseguição dos judeus de língua grega. Ao saberem desse risco levam embora Paulo de Jerusalém. Paulo é levado para a Cesaréia (cf. At 9, 26-31).

No evangelho Jesus dirá: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor”(Jo 15,1). O agricultor tira da arvore aquele ramo que não produz fruto. Aquele que produz ele o poda para que dê mais fruto ainda.

Para produzirmos frutos precisamos estar ligados a videira que é Cristo”(cf. Jo 15,1-8).

A segunda leitura, João em sua 1ª carta, nos alertará sobre a totalidade do amor: “que o vosso amor não seja apenas de palavras, mas concreto, isto é, por meio de gestos”(cf. 1 Jo 3,18-24).

Estar presente na comunidade participando da liturgia, da missa, lendo e meditando a Palavra, rezando em comunidade, envolvendo-se na defesa das políticas públicas e praticando a caridade são formas de nos manter sempre ligados a videira e produzir muitos bons frutos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


MERCENÁRIOS OU PASTORES

No 4º domingo da Páscoa, voltamos o nosso olhar a uma das mais belas páginas do evangelho: Jesus, Bom Pastor. Pastores são todos aqueles que assumem responsabilidades de condução do povo, seja a nível religioso, social e político. Todo o exercício de autoridade é um serviço de Pastor. Cada serviço abarca uma realidade de nossa vida.

Na primeira leitura, Pedro, assumindo a condição de ressuscitado, responde às acusações que lhe são feitas e testemunha sobre Jesus, afirmando que Ele ”é a pedra que os construtores rejeitaram e que tornou-se a pedra angular” (cf. At 4,8-12). Todos os que vivem a condição de ressuscitados podem tornar-se multiplicadores das ações de Jesus.

No evangelho, Jesus exorta os discípulos e a todos que possuem responsabilidades sobre as pessoas para serem Bons Pastores. Jesus dirá que o verdadeiro Pastor é aquele que dá vida pelas suas ovelhas, trabalha em função do bem das pessoas, pensa e vive em função daqueles que lhe são confiados. Exerce o pastoreio como um serviço. No entanto, exorta Jesus, aquele que não é Pastor, mas mercenário, não mostra preocupação com suas ovelhas (cf. Jo 10,11-18).

Na segunda leitura, João nos dirá que nós somos muito felizes, por sermos chamados Filhos de Deus(cf. 1Jo 3,1-2)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“ VÓS SEREIS MINHAS TESTEMUNHAS”

O 3º domingo da Páscoa nos leva a um aprofundamento sobre a assimilação da experiência com o Ressuscitado, fato fundamental no caminho da fé. Na primeira leitura, Pedro faz uma acusação ao povo de seu tempo de que foram eles que mataram jesus: “vós matastes o autor da vida” e por isso da mesma forma apela para que se arrependam dos seus pecados (cf. At 3,13-15.17-19).

No evangelho vamos ter a continuidade do relato dos discípulos de Emaus. Jesus se encontra com os discípulos e os saúda em nome da Paz. Pede para ser reconhecido, ele não é um fantasma. Reconhecer Jesus ressuscitado será reconquista da confiança em Jesus quebrada com a morte na cruz. Ao partilhar o peixe assado, os discípulos reconhecem Jesus. Jesus explica que tudo o que aconteceu era necessário. Jesus já havia dito isto antes. O gesto de Jesus era para remissão dos pecados e a conversão (cf. Lc 24,35-48).

A segunda leitura recomenda a todos que seja evitado o pecado, mas se alguém pecar que busque Jesus Cristo para estar livre dos pecados (1 Jo 2,1-5). A missão da Igreja hoje é ajudar as pessoas a reconhecer Jesus, o ressuscitado.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


O DOMINGO DA MISERICÓRDIA

O 1º domingo, depois da Páscoa, foi instituído por São João Paulo II, como o domingo da Misericórdia.

Na 1ª leitura Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta o modelo de comunidade: Todos viviam em harmonia, não haviam necessitados entre eles. Até os que possuíam propriedades, vendiam e distribuíam seus bens entre os mais necessitados. Era uma comunidade ideal. Nos perguntamos: este mundo é possível hoje? Por que não conseguimos isto? (cf. At, 4,32-35). A consciência do Ressuscitado que nos leva a criar uma comunidade de verdadeiros irmãos.

O evangelho nos apresenta o episódio onde Jesus rompe as portas, ali estão escondidos os discípulos por medo dos judeus. A narrativa mostra dois momento: Jesus encontra os discípulos e depois encontra novamente os discípulos e especificamente fala com Tomé. Jesus lhes mostra as mãos, os pés, pede para tocá-lo e lhe diz: “Não sejas incrédulo”. Jesus, ainda o repreenderá: “Bem aventurados aqueles que não viram e creram (cf. Jo, 20,19-31).

Na segunda leitura João afirmará que o amor ao irmão é um sinal visível do amor de Deus (cf. Jo, 20,19-31).

Romper portas, abrir novos caminhos, é a vida de todos os que ressuscitam com Cristo. Ressuscitar com Cristo é engajar-se em todos os grupos que promovem a vida. É posicionar-se a favor dos irmãos e nisto está o testemunho da ressureição.

Pe. Mário Pizetta,
Pároco