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Mensagens da semana Janeiro 2018

JESUS VEM NOS LIBERTAR

A liturgia do 4º Domingo do Tempo Comum nos lembra que Deus não se conforma com os projetos de egoísmo e de morte presentes no mundo e que escravizam os homens. Deus vem ao encontro de seus filhos para apresentar um projeto que liberta e traz a vida plena.

A primeira leitura, do livro do Deuteronômio, encontramos a figura de Moisés, que anuncia que o senhor fará surgir um profeta que dirá tudo o que o Senhor tem a dizer. O profeta é alguém que Deus escolhe, chama e envia para ser a sua “palavra viva” no meio dos homens. Através dos profetas, Deus vem ao encontro dos homens e apresenta-lhes, de forma bem perceptível, as suas propostas (Dt 18,15-20).

O Evangelho mostra como Jesus, o Filho de Deus, cumprindo o projeto libertador do Pai, pela sua Palavra e pela sua ação, renova e transforma em homens livres todos aqueles carregados de espirito impuro, isto é, os prisioneiros do egoísmo, pecado e da morte, por isso seu ensinamento é com autoridade, diferente dos escribas (Mc 1,21-28).

Na segunda leitura, Paulo procura mostrar que as pessoas não casadas podem se dedicar mais ao Senhor do que as casadas. Mas deixa a todos alertados para as realidades deste mundo, que são realidades transitórias, não impeçam de viver um verdadeiro compromisso com o serviço de Deus e dos irmãos (1Cor 7,32-35).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS NÃO TRABALHA SOZINHO 

 

O terceiro domingo do tempo comum nos mostra que um novo tempo começa a surgir: João Batista havia sido preso e começa a aparecer Jesus anunciando: “O reino está próximo”. Com Jesus começa um novo tempo. Jesus não quer trabalhar sozinho. Ele quer os homens integrados nesta missão. 

A primeira leitura, nos mostra que o povo judeu após o exilio fechou-se em si mesmo, tornando-se soberbo e esquecendo-se de suas raízes. O Senhor envia para eles o profeta Jonas. Nínive era uma cidade muito grande, que precisava três dias para atravessá-la. Jonas anunciava que o Senhor castigaria a nação se eles não viessem a se converter. Os ninivitas acreditaram na pregação e se converteram, e Deus não puniu porque acreditaram (cf. Jn 3,1.5-10). 

No evangelho vemos Jesus iniciando sua missão, realizando o 1º trabalho: chamar pessoas para semear com ele esta nova realidade, o novo tempo. Jesus começa a chamar colaboradores, não quer trabalhar sozinho, quer que o ser humano participe com Ele. Por isso começa chamando algumas pessoas para esta obra. Ele quer que estes homens entendam o significado de sua presença e sejam continuadores desta missão. Daí a imagem tão bela dos primeiros chamados, “deixam tudo” e seguem Jesus (cf. Mc 1,14-20). 

Na segunda leitura, encontramos Paulo que nos alerta sobre a relatividade tudo o que possa existir neste mundo: família, tristeza, alegria, coisas do mundo... Paulo vai nos lembrar que “tudo passa”. Nada do que temos aqui é absoluto (cf. 1Cor 7,29-31). 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 O CAMINHO DO SEGUIMENTO 

Neste domingo a liturgia nos apresenta o testemunho de João Batista e desperta seus discípulos para o seguimento de Jesus, quando diz: ” Eis o Cordeiro...”. Estes perguntam a Jesus: Mestre, onde moras? E Jesus responde: Vinde e Vede! Veremos que Jesus não tem endereço fixo. Segui-lo é um caminhar permanente praticando suas as atitudes. 

A primeira leitura nos levará a vocação de Samuel. Deus, por diversas vezes chama o jovem Samuel, mas este não compreende, até o momento em que pede auxílio a Eli. Este lhe explica que deve responder. Samuel, assim procede: “Fala Senhor que teu servo escuta”. Todos nós precisamos de alguém que nos ajude a compreender os apelos de Deus. (cf. 1Sam 3,3-10.19). 

No evangelho, encontraremos o anúncio de João Batista e a manifestação do seguimento dos dois primeiros discípulos de Jesus que interrogam: Mestre, onde moras? e Jesus responde Vinde e Vede. (cf. Jo 1,35-42).Todos os que querem seguir Jesus necessitam caminhar com Ele, não podemos andar sozinhos. O aprendizado do seguimento dá-se ao longo do caminho. 

Na segunda leitura, Paulo nos exortará afirmando que como imagem e semelhança, precisamos cuidar bem de nosso corpo, pois ele é santuário de Deus (cf. 1Cor 6,13.-15;.17-20). 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 FESTA DA EPIFANIA: A MANIFESTAÇÃO DO SENHOR PARA O MUNDO

 

Neste domingo a liturgia celebra a festa da Epifania: manifestação do Senhor. Jesus que se manifesta a todos como luz e glória a toda a humanidade.

Na primeira leitura, o profeta Isaias exalta Jerusalém afirmando que todos os povos voltar-se-ão para ela, de onde virá a grande luz para a humanidade, “chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do senhor” (cf. Is 60,1-6).

O evangelho mostrará o encontro dos magos, que guiados por uma estrela, encontram-se com o Menino Jesus, José e Maria. A atitude dos magos nos estimula também a irmos buscar Jesus. A atitude de procurar é sempre uma forma de reação positiva do homem. Também em Herodes desperta interesse de ir ver este Menino. Herodes teme que este menino tirará o seu poder. Os magos oferecem ouro, incenso e mira. O ouro para simbolizar a realeza de Jesus, incenso para reconhecer a divindade de jesus, a mirra, o sofrimento, a purificação, a libertação.

A segunda leitura, Paulo, afirma que este mistério, agora é também revelado aos pagãos.

Juntos estarão os judeus e todos os povos da terra. A luz veio para todos. Cristo não representa um reino fechado, isolado, mas aberto para todos (cf. Ef 3,2-3.5-6). 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco