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DUAS GRANDES COLUNAS DE NOSSA IGREJA

 

Neste domingo a Igreja, no Brasil, celebra a festa de dois grandes colaboradores de Jesus na propagação do cristianismo.

Um discípulo e outro um apóstolo. Falamos de São Pedro e São Paulo. As leituras testemunham e exaltam a pessoa desses fiéis seguidores de Jesus. Cada um de seu modo serviu a Cristo.

Os dois morreram em Roma martirizados.

A primeira leitura mostra como a Igreja no primeiro século foi perseguida. Revela as grandes dificuldades encontradas para o anúncio do evangelho. Pedro está preso, e é libertado da prisão e afirma: "Agora sei, de fato que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar das mãos de Horodes" (At 12,1-12).

O evangelho mostra o momento em que Pedro confessa a Jesus: "Tu és o Cristo o Filho de Deus vivo". Jesus confia a Pedro a sua grande missão:

"Tu és Pedro, sobre esta pedra construirei a minha Igreja". Jesus entrega as chaves a Pedro as chaves do reino dos céus (cf. Mt 16,13-19).

A segunda leitura apresenta o testemunho de Paulo a Timóteo, seu fiel discípulo: "Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé" (2Tm 4,6-8.17-18).

O prefácio da missa desta solenidade  nos ajuda a compreender o significado da presença dessas duas grandes colunas: "Pedro, o primeiro a proclamar a fé, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel.

Paulo, mestre e doutor  das nações, anunciou-lhes o evangelho da salvação" (prefácio). Pedro e Paulo se completam. Estas figuras nos mostram a ação da Igreja hoje. Pedro nos lembra o Papa Francisco.

Cada um de nós tem um pouco de Pedro e de Paulo, assim como eles, somos chamados a testemunhar a ação de Jesus hoje na história.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco 


A MESSE É GRANDE MAS OS OPERÁRIOS SÃO POUCOS

 

O 11º domingo do Tempo Comum nos apresenta o momento em que Jesus escolhe os seus discípulos e apresenta a eles algumas tarefas que eles irão desenvolver ao longo da missão para servir o povo, rebanho do Senhor.

Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, vemos Moises, que escuta do Senhor a grande proposta: " se ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis para mim a porção escolhida dentre todos os povos, e vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa" (cf. Ex 19,2-6).

A segunda leitura, de Paulo, escrevendo aos Romanos dirá que a maior prova de amor que recebemos de Cristo é sua morte na cruz.

Por isso que agora podemos viver esta nova condição que Ele nos oferece. Buscarmos a sua reconciliação (cf. Rm 5,6-11).

No evangelho, depois de sensibilizar-se com a multidão, e afirmar que eram ovelhas cansadas e  sem Pastor, Jesus escolhe seus discípulos e os orienta para a missão: "expulsar os espíritos maus", "ir as ovelhas perdidas", "curar os doentes" e "purificar os leprosos". Através dessas ações mostrar o rosto misericordioso do Pai (cf. Mt 9,36-10,8).

Vemos portanto que Deus nos convida a fazermos parte do seu rebanho, a alguns Ele pede um sacrifício maior, uma doação mais consistente.

Nossa Igreja hoje, convidada a ser uma Igreja em saída, nos pede um maior empenho nas comunidades para anunciar que o Reino do Senhor está próximo.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE: UNIDADE E COMUNHÃO

 

Depois de termos celebrado a Páscoa, a vitória de Cristo sobre a morte. A Ascensão, subida de Jesus ao céu e a vinda do Espirito Santo sobre os Apóstolos e na caminhada da Igreja.

Celebramos a festividade da Trindade, a manifestação plena de Deus Pai, do Filho e do Espirito, a unidade perfeita. Ao contemplarmos a Santíssima Trindade compreendemos o quanto grande é o amor do Pai.

Amor este manifestado no Filho, que esteve no meio de nós e prossegue sua manifestação com a presença do Espirito Santo. As leituras elucidam estas realidades:

A primeira leitura, do livro do Exodo nos revela o encontro de Moises com o Senhor. O Senhor se mostra um Deus misericordioso e clemente, compassivo, paciente, rico em bondade e Moises mesmo reconhecendo a sua fragilidade pede ao Senhor  que caminhe com seu povo (cf. Ex 34,4-6.8-9).

O evangelista João revela o quanto é grande o amor do Senhor, envia seu Filho ao mundo não para condenar mas para salvar. E todo aquele que crer nele viverá eternamente (cf. Jo 3,16-18).

Na segunda leitura Paulo vai nos dizer que este amor trinitário manifesta-se na nossa convivência humana, onde cada um de nós é chamado a viver na paz, na harmonia, encorajando-nos uns aos outros. Na medida que vivemos este amor testemunhamos a trindade. A trindade é portanto o modelo de comunidade perfeita (cf. 13,11-13). 

Convidamos a todos nesta semana a celebrarmos juntos a festa de Santo Antônio, na terça feira, e celebração do Corpo e Sangue de Cristo.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco