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Mensagens da semana Junho 2016

DEUS CONVOCA OS HOMENS PARA COLABORAR COM ELE

 

O 13º domingo do Tempo Comum, ano C, expõe o caminho do seguimento. A primeira leitura apresenta o apelo do Senhor a Elias para que vá e unga Eliseu para continuar o seu caminho profético (cf. 1Rs 19,16.19-21).

 

Na segunda leitura, Paulo dirá aos Gálatas que foi para a liberdade que Cristo nos libertou, afirma que não podemos entender mal esta liberdade, mas nos tornarmos escravos da caridade (cf. Gl 1,13-18). Liberdade para seguirmos Jesus.

 

O evangelho nos vai dizer que o caminho do seguimento é um caminho exigente, de radicalidade, renúncia. Na maneira de Jesus falar podemos compreender as exigências deste seguimento: Seguir Jesus não é buscar segurança, acomodação. Jesus é uma questão de prioridade. Não podemos olhar para trás, isto é, não podemos viver de saudosismos, também não pode haver arrependimento (cf. Lc 9,51-62). Jesus não nos obriga a percorrer seu caminho, mas se optarmos segui-lo precisamos fazer com radicalidade e comprometimento.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


RECONHECER E ASSUMIR OS RISCOS DO SEGUIMENTO

A liturgia deste domingo, o 12º do Tempo comum ano C, nos fala do reconhecimento e seguimento de Jesus. Jesus é o centro de todo o nosso viver.


No evangelho Jesus faz uma sondagem junto aos discípulos sobre o que falam dele. Depois de ouvir as diversas opiniões, Jesus interpela os apóstolos: "E vós quem dizeis que eu sou". Pedro assume a palavra: " Tu és o Cristo de Deus". Mas não basta apenas reconhecer, o desafio é ainda maior: é necessário "carregar a cruz" (cf. Lc 9,18-24).


Na carta aos Gálatas Paulo exorta que pela fé e o Batismo fomos revestidos de Cristo. Revestir-se de Cristo é abandonar as vestes do egoísmo, orgulho e esforçar-se para realizar o caminho do amor, para sermos os herdeiros da vida em plenitude (cf. Gl 3,26-29).


A primeira leitura apresenta o testemunho de um profeta que se entrega ao Senhor, obtendo não apenas a sua salvação, mas a purificação dos pecados de seus irmãos. Entregar-se a Deus não é um caminho do fracasso, mas um caminho gerador de vida (cf. Zc 12,10-11;13,1).

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


"UM GRANDE PROFETA APARECEU NO MEIO DE NÓS "

 

A liturgia deste domingo nos mostra como as atitudes do homem de Deus, o profeta Elias, e Jesus, o grande profeta, vão ao encontro da vida.

A primeira leitura nos relata, por meio do livro dos Reis, o episódio do profeta Elias com a viúva de Serepta (cf. 1Rs 17,17´-24). Esta viúva é a imagem de todas aqueles que não conseguem ver o mundo com esperança, órfãos, desempregados e marginalizados.

No evangelho, Jesus nos ensina a lição de piedade e compaixão. Nestas atitudes está a solidariedade humana, estão os gestos da vida. A manifestação de quem ama a Deus (cf. Lc 7,11-17).

Na segunda leitura, escrevendo aos Gálatas, Paulo atribui a sua grande transformação a Cristo. Faz um resumo de sua caminhada. Confessa que devastou e agiu contra os cristãos quando estava no judaísmo. Após esta grande mudança assume os passos de Jesus. Relata que partiu imediatamente para a missão e depois de três anos foi encontrar-se com Pedro (cf. Gl 1,11-19).

Vemos portanto que Elias, o homem de Deus, pela força da oração, devolve o filho à viúva. Paulo, depois da transformação, sai para anunciar Jesus. Jesus, vem ao encontro daquele que não tem esperança, age com piedade e compaixão. Deus continua a visitar o seu povo nas atitudes de misericórdia e solidariedade.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco