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Pensamentos da Semana

Pensamentos da Semana Conteúdo Alimentado pelo Pe. Mário Pizetta.



JESUS E A LEI

Neste sexto domingo, Jesus vem afirmar que não veio abolir a lei e os profetas, mas lhe dar um novo sentido.

A primeira leitura, do livro do Eclesiástico, revela o quanto Deus  ama o ser humano ao lhe dar liberdade a livre opção: “Coloco  diante  de ti  a vida e a morte, o bem e o mal, cada um receberá o que escolher”. A cada opção que fizermos teremos as devidas consequências. Deus quer sempre o bem. Somos responsáveis pelas nossas escolhas. Nossas escolhas estão pautadas na lei do Senhor (Ecl 15,16-21).

No evangelho Jesus aprofunda o sentido da lei dando-lhe um novo sentido. Foge de todo a qualquer formalismo. Aliás observar uma lei apenas por observar é viver no legalismo. Nos exemplos, citados por Jesus, “Não matar, não cometer adultério, justiça, e do divórcio”  vemos como claramente Jesus entra no espirito da lei, não apenas na letra (cf. Mt 5,17-37).

A segunda leitura, Paulo vai falar da sabedoria de Deus e da sabedoria dos homens. Dirá que somente os perfeitos são capazes de entender a sabedoria de Deus. Paulo alerta  que os poderosos deste mundo não conhecem esta sabedoria. Com consciência afirma de que somente aqueles que amam são capazes de compreender esta sabedoria (cf. 1Cor 2,6-10).

Um domingo que nos ajuda a compreender o sentido das leis, necessitamos ir além da prescrição. Precisamos recordar que a letra mata, mas o espirito vivifica.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


TESTEMUNHO E OMISSÃO NÃO CAMINHAM JUNTOS

O quinto domingo do tempo comum, ano A, nos convida a ser o sal e a luz do mundo. Nos alerta que não podemos viver conformados com a realidade em que vivemos. Vejamos a leituras:

O profeta Isaias nos convida a acolher o pobre, o peregrino, vestir o nu e romper com os instrumentos de destruição, quando isto acontecer romperá a luz de a luz de Deus para iluminar nossos passos. Ao lutarmos por políticas públicas, estamos buscando dar dignidade a todo ser humano (cf. Is 58,7-10).

O evangelho, nos dirá que todo aquele que segue Jesus, necessita dar testemunho do que crê, por isso a utilização da imagem do sal e da luz. Quando somos sal e luz manifestamos nossa fidelidade, compromisso e perseverança. Não vemos o efeito do sal, mas sentimos o seu efeito, o gosto. A luz, pelo contrário, percebemos seu resultado, nos tira da escuridão, das trevas e nos sentimos mais seguros quando caminhamos (cf. Mt 5, 13-16).

A segunda leitura, Paulo fala aos Corintos de que quando esteve junto a eles, não usou linguagem elevada, mas fixou sua pregação no essencial: pregar Cristo Jesus crucificado para que o poder de Deus fosse manifestado. Hoje, Cristo continua a ser crucificado, precisamos alargar nossa visão. Não sermos indiferentes (cf. 1Cor 2,1-5).

O domingo nos chama a sermos uma Igreja viva, preocupada com os mais sofridos. Não podemos permanecer indiferentes diante de uma sociedade que semeia o ódio, a violência e o desprezo humano.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A FESTA DO ENCONTRO

Neste final de semana celebramos a festa da Apresentação do Senhor. Esta festa nos recorda que Jesus, após 40 dias do seu nascimento, Maria e José apresentam Jesus no templo para oferecer o primogénito ao Senhor e para a mãe ser purificada. Eram os pais que apresentavam os filhos a Deus, em sinal de oferta e de pertença. Neste ato Deus apresenta o seu Filho aos homens pela boca do velho Simeão e da profetisa Ana. Jesus é apresentado ao mundo como salvação para todos os povos, luz que iluminará as gentes, mas também como sinal de contradição, Aquele que revelará os pensamentos dos corações.

Malaquias, na 1ª leitura de hoje, preanunciava este encontro: «Eis que Eu vou enviar o meu mensageiro, a fim de que ele prepare o caminho à minha frente. E imediatamente entrará no seu santuário o Senhor, que vós procurais» (cf. Ml 3,1-4).

O evangelho relata-nos a cena da apresentação no templo: Simeão reconhece Jesus como o Messias esperado e proclamou-o salvador e luz do mundo. Compreendeu que, doravante, o destino de cada homem se decidia pela atitude assumida perante Ele; Jesus será ruína ou salvação (cf. Lc 2, 22-40).

A segunda leitura, o autor da carta aos Hebreus, nos mostra que Jesus não quer ser diferente, participa da nossa condição humana, para destruir a morte, devia ser semelhante a cada um de nós para se tornar um sumo sacerdote misericordioso (cf. Hb 2,14-18).

Fazemos hoje a procissão da luz.” A luz da fé não nos foi dada apenas para iluminar o nosso caminho. A luz da fé também não é para ser acesa apenas na igreja, ou em certos momentos, mas em todos os momentos e situações da nossa vida”.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 
Mensagens da semana Janeiro de 2020 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Sáb, 04 de Janeiro de 2020 07:38

Vimos uma Estrela

Neste 1º domingo de 2020, a Igreja celebra a Epifania: manifestação do Senhor. Os magos, pessoas pagãs, portadores de má fama, são os protagonistas deste domingo. A mensagem do domingo abre-se para o universalismo, não mais algo restrito a um grupo. Eles procuram pelo nascimento do rei dos judeus. Todos querem encontrar este novo Rei. Vejamos as leituras:

O profeta Isaias convoca o povo de Jerusalém a levantar-se, acender luzes, olhar para o redor, ver seus filhos e filhas que vem chegando, vindos de lugares distantes trazendo suas riquezas: ouro e incenso e mira, é um apelo a levantar o ânimo diante dos problemas existentes na época. (cf. Is 60,1-6).

O evangelho, relata o episódio da chegada dos magos em Jerusalém, por engano, que anunciam que viram uma estrela e vieram encontrar-se com o menino que acabara de nascer. O rei Herodes também quer conhecer Jesus por isto convoca os magos para receber informações. Os magos partem e novamente localizam a estrela, chegam ao local, sentem uma grande alegria. Encontram Maria, José e o Menino. Tiram de suas sacolas ouro, que representa a realeza, incenso, apenas usado pelos sacerdotes, agora por toda a comunidade e mira, perfume, e oferecem a família (cf. Mt 2,1-12).

A segunda leitura, Paulo escreve aos Efésios afirmando que os pagãos receberam uma grande graça: eles também são acolhidos por Deus (Ef. 3.2-3.5-6).

Jesus é a estrela que nos guia, e ilumina nosso caminho. Deixemo-nos nos guiar por esta estrela de justiça e paz.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

A FAMÍLIA DE JESUS EM PERIGO

Neste domingo, o primeiro depois do Natal, a Igreja volta o seu olhar para Sagrada Família de Nazaré. Um dia especial para olharmos e rezarmos pelas nossas famílias. Vejamos as leituras:

O livro do Eclesiástico afirma que Deus honra o pai nos filhos. Diz ainda que quem honra o pai alcança o perdão do pecados, e quem ama sua mãe ajunta tesouros. Adverte a todo filho a respeitar os seus pais na velhice, quando perde a lucidez (cf. Ec3,3-7.14-17).

O evangelho, apresenta uma situação um tanto delicada para a família de Jesus. O menino recém nasceu e Herodes já quer matá-lo. A família de Nazaré foge para o Egito, retornando após a morte de Herodes(cf. Mt 2,13-15.19-23). A fuga para o Egito nos lembra a saída do povo hebreu. Jesus é o novo libertador que vem salvar seu povo.

Na segunda leitura, na carta aos Colossenses, Paulo, faz uma série de recomendações: Falando sobre as relações humanas diz: “revesti-vos de sincera misericórdia,, mansidão e paciência, exorta para que a Palavra do Senhor habite em nossos corações. No final do texto faz algumas recomendações aos casais (cf. Col 3,12-21).

A TODOS QUE NOS ACOMPANHARAM NESTE ANO, NOSSA GRATIDÃO.

UM FELIZ E ABENÇOADO ANO NOVO

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


NATAL: UMA FESTA DE FAMÍLIA

Neste final de semana, partilho com vocês duas pequenas notas: alguns textos bíblicos que nos remetem ao Natal e um pouco do Natal de minha infância.

Com relação aos textos bíblicos: Vejamos o que é anunciado pelo profeta Isaias: “Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe darás o nome de Emanuel”(cf. Is 7,10-14); “Alegra-te cheia de graça, o Senhor está contigo”(cf. Lc 1,28): A grande notícia: “Hoje na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor”(cf. Lc 2,14)

Também gostaria de recordar um acontecimento de minha infância, que pode ter sido de muitas pessoas: “Quando chegava perto do Natal, íamos no campo e procurávamos debaixo das araucárias (pinheiros), e escolhíamos um pé bem bonito, ele era para fazer a árvore de Natal. Depois, procurávamos, na mata uma espécie algodão (barbas), que junto com a serragem, faríamos as estradas e enfeites. O pinheirinho era colocado na sala principal da casa, com alegria tudo era ajeitado com a arte da fé. Além dos objetos da natureza, haviam as bolinhas de natal, que davam um colorido todo especial, por último, o berço também era colocado. Outro sinal, vinha da cozinha, onde a mãe e minhas irmãs preparavam as cucas, doces...Vivia-se uma expectativa de Natal. Cada família fazia o seu presépio. O dia terminava com a “Missa do Galo”. Tudo era sagrado. No dia de Natal, aquela grande festa. Todos reunidos. Naquele dia era pão de trigo com churrasco! muitas saladas. Até cerveja caseira tinha. Era um tempo que se vivia com mais intensidade o Natal, era uma festa da família”, inicialmente era só a família, depois, com os casamentos, a festa tornou-se maior. Foram bons tempos! Muitos desses momentos passei junto com a família. Eles estão muito vivos. Não vamos deixar morrer o que trouxe tanta vida”.

FELIZ NATAL A TODOS E UM ABENÇOADO ANO NOVO.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


AS OBRAS IDENTIFICAM JESUS

Neste 3º domingo do advento, voltamos nosso olhar para “alguém mais do que um profeta”, João Batista, o mensageiro, como nos diz Jesus. Também neste domingo acendemos a terceira vela, a rosa, para manifestar nossa alegria pela vinda de jesus.

Na primeira leitura, encontramos as palavras de Isaias que nos convida: “Alegra-se a terra, deserta e intransitável”, “fortaleceu as mãos enfraquecidas”, “criai ânimo”, “abri os olhos aos cegos e os coxos se levantem, não haverá mais pranto”. Todas expressões carregadas de encorajamento (cf. Is 35,1-6.10).

O evangelho estará centrado na figura de João Batista, que cumpre as palavras de Isaias, sobre o Messias: “Ides contar a João o que vistes e ouvistes”. Este reconhecimento vem de Jesus que fala às multidões: “Eis que envio o meu mensageiro à tua frente, ele vai preparar o caminho diante de tí”.(cf. Mt 11,2-11). Como discípulos de Jesus somos também convidados a preparar os caminhos do Senhor e realizar as ações de Jesus para que possamos ser reconhecidos.

A segunda leitura, o apostolo Tiago, faz duas referências: do agricultor que pacientemente aguarda o fruto, e do profeta que não se cansa de anunciar a Palavra de Deus nos alertando para vivermos intensamente esta espera e não nos cansarmos de testemunhar Jesus com nossas obras (cf. Tg 5,7-10).

Neste sábado, com a presença de Don José, agradecemos a Deus a realização da Crisma na paróquia.

Também quero deixar os meus votos de Feliz Natal a todos os paroquianos, amigos da Paróquia e aqueles que nos acompanham pelo site.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


‘EIS AQUI A SERVA DO SENHOR”(Lc 1,38)

Neste domingo celebramos a festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Por fazer a vontade do Pai, Maria recebe do Pai a graça de ser livre do pecado de Adão e Eva. Ela é a Virgem pura, imaculada.

Na primeira leitura, do livro do Genesis leremos o momento que Deus interroga Adão e Eva, estes, escondem-se e se justificam que estão nus. Há o ingresso do mal no mundo. A princípio, a serpente torna-se vencedora, mas Deus não abandona os seus filhos (cf. Gn 3,9-15.20).

O evangelho nos apresenta o convite de Deus para que Maria seja a portadora de Jesus ao mundo. ”Alegra-te, cheia de graça”, “Não tenhas medo”, “Eis aqui a serva do Senhor”, são todas expressões que confirmam a atenção do Pai para com Maria, portadora deste privilégio (cf. Lc 1,26-28).

Na segunda leitura, Paulo nos dirá que “em Cristo, ele nos escolheu, antes da criação do mundo para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o olhar no amor”.

Convido a todos, que compartilham com o nosso site, a fazer uma digna preparação para recebermos com alegria o Salvador que vem ao nosso encontro.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


 

 

 

«VIGIAI, PORTANTO, POIS NÃO SABEIS EM QUE DIA VIRÁ O VOSSO SENHOR»

Iniciamos neste domingo, com o Advento, um novo Ano Litúrgico, ano A. Teremos como companhia de caminhada o evangelho de Mateus. Ele começa chamando-nos para uma maior vigilância diante da chegada do Filho do Homem. “O Advento que nos educa “aprender a esperar”, com paz e amor a vinda do Senhor”.

Neste tempo do Advento, a cada domingo acenderemos uma vela. Iniciamos com a cor verde, representando a esperança; no segundo domingo acendemos a vermelha, a nossa fé; no terceiro domingo a alegria; e no quarto a branca, a festa.

Na primeira leitura, somos convidados a subir na montanha, onde o Senhor nos mostrará os seus caminhos. Na montanha as armas do mal, as espadas, serão transformadas em arados, não haverá mais combates (cf. Is 2,1-5). Viveremos um novo tempo. Sair de nossas seguranças, para descobrir uma alegria maior.

O evangelho nos chama para uma atitude permanente de vigilância. Recorda que no tempo de Noé todos viviam despreocupados e aconteceu o dilúvio, e quem não estava na barca, morreu. Alerta que o dono da casa, vigiaria a tempo pleno para não deixar assaltar sua casa (cf. Mt 24,37-44). Nos lembra o papa Bento XVI: «só quem está acordado não será apanhado de surpresa» (Bento XVI). Devemos estar preparados com o amor aceso no coração, como a lamparina das virgens prudentes. Trata-se precisamente disto: chegará o momento em que se ouvirá: «Aí vem o noivo!» (Mt 25,6), Jesus Cristo!

Na segunda leitura, Paulo nos lembra que precisamos nos despojar das ações das trevas, e revestir-se das armas da luz. O apóstolo nos recomenda que devemos nos revestir de Cristo Jesus (cf. Rm 13,11-14a),

“Vigiai, portanto, pois não sabeis em que dia virá o vosso Senhor (cf. Mt 24,42). Casa limpa, coração puro, pensamentos e afetos ao estilo de Jesus. Bento XVI explica: «Vigiar significa seguir o Senhor, escolher o que Cristo escolheu, amar o que Ele amou, ajustar a própria vida à sua». Então virá o Filho do homem... E o Pai acolher-nos-á em seus braços por nos parecermos com o seu Filho” (cf. Evangeli.net 1º/12/2019)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


UM REI DE RECONCILIAÇÃO E PAZ

Celebramos neste domingo a festa de Cristo Rei, e com esta celebração concluímos o ano litúrgico de 2019.

O prefácio da missa define bem o reinado de Jesus: “ Um reino eterno e universal; reino de verdade e de vida; reino de santidade e de graça; reino de Justiça, do amor e da paz”. Iniciaremos no próximo domingo o tempo do Advento, tempo que anuncia a chegada do Salvador. Ele vem para nos libertar, reconciliar e trazer a Paz.

Na primeira leitura Davi é ungido rei dos filhos de Israel, ele faz uma aliança com seu Senhor e assume o compromisso de guiar o seu o povo (2Sam 5,1-3).

O evangelho nos mostra Jesus sendo pregado na cruz. Certamente para muitos que o seguiam e não o compreendiam uma grande decepção. Para os que o condenaram, um alívio, os soldados e muitos outros fizeram gozações de Jesus na cruz: “Este é o rei dos judeus”, “Tu não és o Cristo?”. Ao perdoar o crucificado ao seu lado, nos ensina o quanto é importante o perdão. Jesus vem para reconciliar o ser humano e trazer paz (cf. Lc 23, 35-43).

A segunda leitura, Paulo dirá a comunidade dos Colossenses que Cristo nos libertou do pecado, pois ele é imagem do Deus invisível, Ele é a cabeça, Ele é o princípio de todas as coisas, o primogénito. Cristo é o centro de nossa vida (cf. Col 1,12-20). 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“CUIDADO PARA NÃO SERDES ENGANADOS”

A liturgia deste domingo, por estarmos no final do tempo Comum, nos apresenta um ambiente de final dos tempos, diríamos apocalíptico.

O profeta Malaquias observando a vida do povo após o exílio, observa que a situação não é das melhores, então, faz o seu alerta: “Virá o dia, abrasador como fornalha”, onde “os soberbos e ímpios”, “serão como palhas”, enquanto que ”para os que temem o nome do Senhor nascerá o sol da justiça”. Um tempo parecido como os dias de hoje (cf. Mal 3,19-20).

No evangelho, Lucas mostra a vida das pessoas depois da destruição de Jerusalém: muitos, “admiram o templo”, e Jesus afirma que “não ficará pedra sobre pedra” e perguntam “quando acontecerá isto?”. Também Jesus alerta sobre a situação real que o povo vive, apresenta algumas situações de guerras, conflitos e conclui: é “permanecendo firmes que ireis ganhar a vida”. Olhando para o nosso tempo, estas palavras de Jesus são mais do que atuais. Vivemos um tempo de divisões, e onde tem divisão tem ódio. Pessoas buscam desesperadamente o poder, clima tenso entre os povos. Diríamos, vivemos num clima de insegurança. Diante de tudo isto, não podemos nos desesperar, muitas de nossas situações vividas hoje são resultados de nossas escolhas, pagamos caro por não colocar Jesus no centro de nossa vida (cf. Lc 21,5-19).

Na segunda leitura Paulo exortará os acomodados de Tessalônica escrevendo algo muito terrível: quem não quer trabalhar que também não coma (cf. 2Ts 3,7-12). No Brasil, hoje, segundo dados divulgados na imprensa existem mais 13,5 milhões de desempregados, e muitos querem trabalhar e não podem, outros optam por viver na mendicância. 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


BEM-AVENTURANÇAS: NOSSO CAMINHO DE FELICIDADE

No trigésimo primeiro  domingo do tempo Comum, Ano C, celebramos, no Brasil, a festa de todos os Santos. Recordamos nesse dia todos aqueles que seguiram e esforçaram-se para serem fiéis a Jesus. Quando lemos as Bem-aventuranças, anunciadas por Jesus, relembramos  Moisés  que recebeu  as tábuas da lei e entregou ao povo. Jesus, no encontro com as multidões também nos deixa as bem-aventuranças, o grande projeto de Jesus. As bem aventuranças representam o caminho de nossa felicidade. Vejamos as leituras:

Na primeira leitura, Joao, apresenta uma visão apocalíptica, onde ele vê uma grande multidão. O texto nos mostra que eles vieram da grande tribulação, foram aqueles que superaram todas as adversidades deste mundo (Ap. 7,2-4.-14). O evangelho nos apresenta as bem-aventuranças, e o papa Francisco em seu livro Gaudete e Esultate refere-se às Bem aventuranças com sendo “ a carteira de identidade do cristão”. Olhando para os nossos Santos e Santas, constatamos que todos eles viveram intensamente as bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12).

Na segunda leitura, João nos dirá que somos amados por Deus, somos seus filhos, e que um dia teremos a oportunidade de ver jesus quando Ele virá em sua glória (cf.1Jo 3,1-3). Santidade é graça de Deus, ela está ao alcance de todos. Da parte humana, cabe-nos a caminharmos na fidelidade aos valores que Jesus nos deixou, no Amor conhecemos a Deus.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


OLHAR COM ESPERANÇA PARA O FUTURO

A liturgia deste domingo nos incentiva a olhar para frente, um olhar fixo em nosso futuro, sermos pessoas portadoras de esperança.

A primeira leitura mostra o exemplo de uma família judia onde sete irmãos e a mãe, que mesmo sob torturas, foram resistentes até a morte em vista do futuro. O último deixa este testemunho: “prefiro ser morto pelos homens, tendo em vista a esperança dada por Deus , que um dia nos ressuscitará” (cf. 2Mac 7,1-2.9-14).

O evangelho, relatará o questionamento de alguns saduceus que questionam a ressureição. Jesus responderá a estas dúvidas afirmando que Deus não é um Deus dos mortos, mas dos vivos” (cf. Lc 20, 27-38).

Na segunda leitura, Paulo, reforça a importância de rezar pelos que estão a serviço do evangelho, rezarmos uns pelos outros para que o Senhor dirija os nossos corações ao amor de Deus e firmes na esperança. A oração nos leva a maior compreensão da ação do Espirito, quando rezamos estamos dialogando com Deus e melhor compreendemos o ser humano. (cf. 2Ts 2,16-3,5)

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


 

 

DEUS ESCUTA A PRECE DAQUELES QUE O SERVEM

Neste domingo veremos que Deus é um juiz que não faz discriminação entre as pessoas, mas tem uma predileção aos humildes e oprimidos.

Na primeira leitura, tirada do livro do Eclesiástico, vemos que “Deus não faz discriminação das pessoas”, não despreza a súplica dos humildes e dos oprimidos, enfim, o Senhor escuta quem o serve (cf. Ecl 35,15-17..20-22).

No evangelho, Jesus nos conta a parábola de duas pessoas, um fariseu e um cobrador de impostos, que foram ao templo para rezar. O fariseu, exaltava os seus feitos, enquanto que o cobrador de impostos, nem levantava a cabeça de vergonha, comportamentos totalmente opostos. E Jesus concluiu a parábola: “Quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”(cf. Lc 18,9-14).

Na segunda leitura, Paulo partilha com Timóteo, com muita alegria, o momento conclusivo de sua vida: está chegando o momento de sua partida, concluiu a sua caminhada. Sua vida está para ser concluída, lutou, combateu o bom combate, guardou a fé (cf. 2Tm 4,6-8.16-18).

Estamos fechando o mês de outubro, um mês carregado de muitos momentos de fé. Sigamos nesta trilha.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


NOSSA RELAÇÃO COM DEUS E A FORÇA DA PALAVRA. 

Neste domingo celebramos o dia mundial das missões.  O Papa Francisco, em sua mensagem, entre os muitos aspectos que ele escreve, chama todos os BATIZADOS  a reavivarem o dom do Batismo, dom recebido  gratuitamente de Deus. Nos diz que cada  batizado é uma missão. Vejamos as leituras deste domingo:

A primeira leitura apresenta um fato interessante: enquanto mantinham os braços levantados de Moises,  Josué era vencedor. Assim também aquele que reza torna-se vencedor pela oração (cf. Ex 17,8-13).

O evangelho, através da narrativa da insistência da viúva junto ao juiz, compreendemos que também nós precisamos ser insistentes em nossa relação com Deus (cf. Lc 18,1-8).

A segunda leitura, Paulo escreve a Timóteo pedindo que se mantenha firme em tudo o que aprendeu, lembrando  que toda a “Escritura é inspirada por Deus  e útil para ensinar, argumentar, corrigir e educar na justiça”. Vamos lembrar também nós que o berço de nosso fé vem da família. Na palavra encontramos a força de nossa caminhada.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


UM FINAL DE SEMANA COM NOSSA MÃE APARECIDA E UMA LIÇÃO DE GRATIDÃO E FÉ

No sábado, em nossa liturgia, iremos nos encontrar com Jesus por meio de Maria, celebrando a festa de Nossa Senhora Aparecida. No domingo, voltaremos o nosso olhar para o 28º domingo do tempo Comum, ano C, onde as leituras manifestam fé e gratidão e fazem um apelo para nos manter firmes e sermos os vencedores junto com Cristo. Vejamos: A primeira leitura, o sírio Naamã, leproso, acredita no homem de Deus, Eliseu, e vai banhar-se no rio. Fica curado. Volta e faz sua confissão de fé reconhecendo que não existe outro Deus (cf. 2 Rs 5,14-17).

O evangelho nos apresentará a cura dos dez leprosos, onde apenas um se volta a Jesus para agradecer. Jesus além de curá-lo, lhe diz que sua fé o salvou (cf. Lc 17,11-19).

A segunda leitura, continuamos na 2ª carta de Paulo a Timóteo. Na carta o apóstolo recomenda a manter-se firme diante do sofrimento, pois se permanecermos firmes com Cristo reinaremos (cf. 2Tm 2,8-13).

Vemos, portanto que as leituras nos reportam profundamente a termos dentro de nós um sentimento de gratidão e sermos criaturas de fé. Continuemos a rezar pelo Sínodo da Amazônia

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

FÉ: O DOM DA TRANSFORMAÇÃO

Neste domingo os discípulos irão pedir a jesus uma grande graça: FÉ. Assim também nós, como seguidores e discípulos precisamos pedir: “aumenta a nossa fé”. Vejamos as leituras deste 27º sétimo domingo do tempo comum, ano C.

A primeira leitura, o profeta Habacuc, está diante de muitas dificuldades, e dialoga com Deus. A primeira impressão que se tem é que Deus não o escuta. O texto nos mostra que o sofrimento é um exercício de perseverança, pois o texto concluirá afirmando: “O justo vive de fé” (cf. Hb 1,2-3;2,2-4).

No evangelho, os discípulos manifestam uma preocupação: os desafios que existem e que eles irão passar eles precisam de mais fé, por isso o pedido “aumenta a nossa fé”(cf. Lc 17,5-10). De fato, diante da realidade desafiadora da missão, é preciso ter muita fé. Ela se torna a grande propulsora de nossa vida. Ela é a virtude que sustenta o pobre em sua aflição.

Na segunda leitura, Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, exorta-o, que reanime o dom recebido de suas mãos, não se envergonhe do evangelho, e pede que guarde o deposito da fé, recebido pelo Espirito Santo (cf.Tm 1,6-8.13-14).

Por fim direi: Deixe crescer em seu coração o espirito missionário.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.
 

 

 
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